Documentos publicados pelos fundos
Tudo o que os fundos publicam na CVM e na B3, do mais recente ao mais antigo, com o resumo de cada documento.
segunda, 28 de setembro
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HSLG11 · Informe anual · 2026
Rendimentos de R$ 112,4 milhões de julho de 2025 a junho de 2026, equivalentes a R$ 8,88 por cotaHSLG11, fundo imobiliário de logística com gestão ativa, registrou no exercício de julho de 2025 a junho de 2026 rendimentos pelo regime de caixa de R$ 112,4 milhões, equivalentes a R$ 8,88 por cota. A carteira reúne seis imóveis logísticos, avaliados em conjunto em cerca de R$ 1,74 bilhão. No período, também foram investidos aproximadamente R$ 10 milhões em títulos NTN-B, com recursos próprios ou
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VGHF11 · Informe anual · 2026
Há 368.182 cotistas, pessoas físicas detêm 91,07% das cotas e nenhum titular passa de 5%O informe anual de junho de 2026 descreve o VGHF11 como um fundo de perfil papel e estratégia híbrida, com 164,7 milhões de cotas emitidas. No período, o fundo realizou investimentos em diversos fundos imobiliários, recebíveis e operações de securitização, com objetivo declarado de obter ganho de capital e rentabilizar a carteira. Entre os aportes de maior valor estão os realizados em Valora CRI I
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NEWL11 · Informe anual · 2026
Resultado patrimonial de aproximadamente R$ 40,6 milhões em 2026, impulsionado principalmente por rendimentos de CRIsO informe anual do NEWL11 registra resultado patrimonial de aproximadamente R$ 40,6 milhões no exercício de 2026, impulsionado principalmente pelos rendimentos de CRIs. O documento não detalha os negócios realizados no período nem informa valores dos ativos imobiliários na relação correspondente. A taxa de administração paga no ano foi de R$ 2,863 milhões, equivalente a 0,77% do patrimônio contábi
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VGIR11 · Informe anual · 2026
Fundo com 146,1 milhões de cotas e 273.654 cotistas em junho de 2026; pessoas físicas concentram 94,06%O informe anual do VGIR11, com competência de junho de 2026, descreve um FII de papel, de gestão ativa e voltado principalmente a CRIs. O fundo tinha 146,1 milhões de cotas e 273.654 cotistas; nenhum detinha mais de 5% das cotas, e pessoas físicas concentravam 94,06%. O administrador afirma que o exercício terminou em linha com a estratégia, mas remete os detalhes ao informe mensal de junho, sem a
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VGIP11 · Informe anual · 2026
Remuneração do administrador no ano foi de R$ 9,91 milhões, equivalente a 0,94% do patrimônio contábilO informe anual, com competência de junho de 2026, afirma que o VGIP11 encerrou o exercício em linha com sua estratégia e remete ao informe mensal para os detalhes do resultado. A relação de negócios inclui diversos CRIs associados à obtenção de lucro na venda, além de movimentações recorrentes em fundos de renda fixa do BTG e títulos públicos. Para o período seguinte, o fundo informa que seguirá
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RZAK11 · Informe anual · 2026
Remuneração paga no ano de R$ 9,13 milhões, equivalente a 1,18% do patrimônio contábil e 1,29% do valor de mercadoO informe anual do RZAK11, referente ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, afirma que o fundo atuou em linha com sua estratégia. Classificado como fundo de papel, com gestão ativa e atuação multicategoria, mantém investimentos em CRIs, cotas de outros FIIs e títulos públicos. O documento relaciona aquisições e alienações desses ativos, incluindo movimentações frequentes em títulos público
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RZAT11 · Informe anual · 2026
Compra da Garagem Oeste por R$ 30 milhões e do imóvel Visolux, em Maringá (PR), por R$ 20 milhõesO informe anual do RZAT11, com competência de junho de 2026, caracteriza o fundo como multiestratégia e de gestão ativa. No período, foram registrados investimentos de R$ 16 milhões em cotas do DAYCOVAL D76 FII e de cerca de R$ 41 milhões em duas LCIs, com objetivo de lucro na venda. Também foram adquiridos a Garagem Oeste, por R$ 30 milhões, e o imóvel Visolux, em Maringá (PR), por R$ 20 milhões,
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CYCR11 · Informe anual · 2026
Resultado de aproximadamente R$ 46,1 milhões no exercício e R$ 3,03 milhões pagos em taxa de administração e gestãoCYCR11 é classificado como fundo imobiliário de papel, com subclassificação híbrida e gestão ativa, voltado a investidores em geral, e tinha 36,55 milhões de cotas emitidas. O administrador informou resultado de aproximadamente R$ 46,1 milhões no exercício. A taxa global de administração e gestão prevista é de 0,95% ao ano, com mínimo mensal de R$ 20 mil; no ano de referência, foram pagos R$ 3,03
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CXAG11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Resultado líquido cai de R$ 7,87 milhões para R$ 3,60 milhões, mesmo com receita de aluguéis maiorAs demonstrações financeiras do CXAG11, referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, receberam opinião sem ressalvas da BDO. O principal tema da auditoria foi a avaliação dos imóveis, que depende de estimativas e premissas; o auditor considerou razoáveis os métodos e as divulgações utilizados. O fundo detém 32 agências bancárias, com área locável total de 56.494,59 m². Avaliados por f
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BTRU11 · Informe anual · 2026
Aquisições de R$ 687,4 milhões no exercício, principalmente imóveis para renda, financiadas com capitalO informe anual de junho de 2026 descreve o BTRU11 como um fundo imobiliário de tijolo, híbrido e de gestão ativa. O administrador afirma que o exercício terminou em linha com a estratégia e registra cerca de R$ 687,4 milhões em aquisições no período, principalmente de imóveis para renda: lojas da C&A em shopping centers e outros pontos comerciais, além de imóvel educacional da Unitoledo/Yduqs, lo
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EXES11 · Informe anual · 2026
Remuneração paga no ano foi de R$ 1,28 milhão, equivalente a 0,93% do patrimônio contábil e 0,95% do valor de mercadoO informe anual de junho de 2026 classifica o EXES11 como fundo de papel, com estratégia híbrida e atuação multicategoria. A carteira inclui CRIs e cotas do EXES Araguaia FIAGRO. O documento também registra diversas compras e vendas de cotas de fundos de renda fixa e liquidez do BTG, como Tesouro Selic e Yield DI. O campo sobre o programa de investimentos para os exercícios seguintes não foi preen
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CLIN11 · Informe anual · 2026
Maioria dos CRIs com alta entre 0,97% e 14,76% a valor justo; CRI 23F0010803 recua 58,42%O informe anual, com competência de junho de 2026, classifica o CLIN11 como um fundo de papel com gestão ativa e carteira voltada principalmente a CRIs. O documento relaciona negociações em dez CRIs, com objetivo indicado de lucro na venda, além de diversas aplicações e resgates em cotas do BTG Pactual Tesouro Selic e em operações ligadas à Selic. Segundo o administrador, o exercício foi encerrado
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BPML11 · Informe anual · 2026
Aquisição de cotas do FII Parque Dom Pedro Shopping Center por R$ 60,2 milhões, com recursos de capitalO informe anual do BPML11, com competência junho de 2026, descreve um fundo de tijolo com gestão ativa, carteira formada por sete shopping centers e participações em outros FIIs. No período, adquiriu cotas do FII Parque Dom Pedro Shopping Center por R$ 60,2 milhões, com recursos de capital; o objetivo da operação foi registrado como “lucro na venda”. Nas avaliações a valor justo, os sete shopping
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BROF11 · Informe anual · 2026
Edifício Passeio Corporate avaliado em R$ 3,10 milhões, com variação negativa de 99,72% no períodoO informe anual do BROF11, referente a junho de 2026, afirma que o fundo encerrou o exercício em linha com sua estratégia e poderá buscar oportunidades de expansão patrimonial conforme as condições de mercado. Na avaliação dos ativos, o Edifício Passeio Corporate consta com valor de R$ 3,10 milhões e variação negativa de 99,72% no período; o CDB aparece com R$ 180,1 mil e alta de 9,99%. O document
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BTLG11 · Informe anual · 2026
Taxa de administração prevista de 0,90% ao ano, com R$ 47,6 milhões pagos no períodoO informe anual de junho de 2026 classifica BTLG11 como um fundo de tijolo, de gestão ativa e foco em renda. No período, foram reportados investimentos para locação no Galpão Santo André, em um imóvel em Barueri e nos Urban Hubs Mauá I e Osasco, além de movimentações em CRIs e cotas de outros FIIs, algumas com objetivo declarado de ganho na venda. A administração afirma que o exercício ficou alinh
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BTHF11 · Informe anual · 2026
Remuneração ao administrador no ano foi de R$ 19,19 milhões, equivalente a 0,94% do patrimônio contábilO informe anual de junho de 2026 descreve BTHF11 como um FII de papel, com gestão ativa e prazo indeterminado. A gestora afirma que o exercício encerrado em 30 de junho ficou alinhado à estratégia, mas remete o detalhamento dos resultados ao informe mensal de junho. As movimentações incluíram compras e vendas de CRIs, cotas de diversos FIIs e títulos públicos, como LFTs, NTN-Bs e LTN. As avaliaçõ
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PLCA11 · Informe anual · 2026
Cinco novos investimentos em CRAs somam cerca de R$ 18,4 milhões, com recursos da realocação de investimentosO informe anual, com competência em junho de 2026, registra que o PLCA11 realizou cinco novos investimentos em CRAs, totalizando cerca de R$ 18,4 milhões, com recursos provenientes da realocação de investimentos. Aproximadamente 7% do patrimônio líquido estava em caixa, e a gestão pretende manter mais de 90% alocados em CRAs, FIAGROs, FIDCs e outros direitos creditórios elegíveis, priorizando ativ
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AGRX11 · Informe anual · 2026
Resultado contábil de R$ 26,459 milhões no exercício; 81% do patrimônio em ativos-alvo ao fim de junho de 2026O informe anual registra que o AGRX11 mantém uma carteira de crédito investida em CRAs ligados a produtores de soja, milho, algodão e sementes. Ao fim de junho de 2026, 81% do patrimônio líquido estava aplicado em ativos-alvo. A gestora ampliou a reserva de liquidez diante do cenário desafiador do agronegócio e pretende reinvestir as amortizações dos CRAs em ativos compatíveis com o perfil de risc
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KFOF11 · Informe anual · 2026
Caixa e LCI somavam 16,7% do patrimônio em agosto de 2026, ante 9,0% em dezembro de 2025O informe anual descreve o KFOF11 como um fundo de fundos com gestão ativa. No período, o fundo comprou cotas de diversos FIIs de crédito imobiliário, logística, shoppings e outros segmentos, além de aplicar R$ 20 milhões em LCI para alocação do caixa. Em agosto de 2026, 79,0% do patrimônio estava em cotas de FIIs, 4,3% em CRI, 3,5% em LCI e 13,1% em caixa. Caixa e LCI somavam 16,7% do patrimônio,
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FTCA11 · Informe anual · 2026
Dividend yield de 17,02% sobre a cota de mercado nos 12 meses até agosto de 2026, equivalente a 137% do CDI com gross-upO informe anual de FTCA11 registra a aquisição de CRA IPCA, no valor de R$ 3,02 milhões, de CRA identificado como “CDIE”, por R$ 26,38 milhões, e de CRI, por R$ 2,28 milhões, totalizando cerca de R$ 31,67 milhões. Os recursos vieram da conta do fundo, e o objetivo informado foi obter lucro com a venda ou liquidação dos ativos. Para os próximos exercícios, a gestão declara buscar retornos compatíve
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BTAL11 · Informe anual · 2026
Investimento de R$ 60 milhões em CRA CDIE e distribuição de R$ 11,80 por cota nos 12 meses anterioresBTAL11 informou que, no período, manteve os ativos imobiliários já existentes e investiu R$ 60 milhões em CRA CDIE, com objetivo de valorização do título. A gestora reportou distribuição de R$ 11,80 por cota nos 12 meses anteriores e descreveu a carteira como alocada em ativos resilientes e relevantes para as cadeias agro-logísticas. O fundo tem prazo indeterminado e é destinado a investidores em
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VGIA11 · Informe anual · 2026
Aquisições de cerca de R$224,6 milhões em CRAs, CPRs, debênture e cotas de FIDCs em junho de 2026O informe anual do VGIA11, com competência em junho de 2026, registra cerca de R$224,6 milhões em aquisições de CRAs, CPRs, debênture e cotas de FIDCs. Entre os maiores valores estão o CRA CRA025008NG, com R$102,8 milhões, cotas do Green Life FIDC, com R$39,7 milhões, e o ativo AGRR12 CDIE, com R$35 milhões. Nos 12 meses anteriores, o fundo distribuiu R$1,65 por cota; a gestora estima que o valor
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AFHI11 · Informe anual · 2026
Três CRIs da carteira se desvalorizaram entre 0,73% e 4,65%, enquanto a maior parte teve variação positivaO informe anual de competência junho de 2026 caracteriza o AFHI11 como um fundo de papel, de gestão ativa e carteira de CRIs. A administração declara que o exercício terminou em linha com a estratégia do fundo e lista operações envolvendo 14 CRIs, com objetivo indicado como “lucro na venda” e recursos provenientes de capital. Para o detalhamento dos resultados, o documento remete ao informe mensal
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KORE11 · Informe anual · 2026
Investimentos de R$ 154,1 milhões no Empresarial Botafogo e R$ 71,0 milhões no Morumbi Tower no períodoO informe anual, com competência de junho de 2026, classifica o KORE11 como fundo de tijolo, de desenvolvimento e gestão ativa, em operação desde dezembro de 2023. No período, foram registrados investimentos de R$ 29,4 milhões no AL Santos, R$ 26,8 milhões no Corporate Plaza, R$ 154,1 milhões no Empresarial Botafogo e R$ 71,0 milhões no Morumbi Tower, além de R$ 45 milhões em uma LCI pós-fixada ao
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HSML11 · Informe anual · 2026
Rendimentos de R$ 8,48 por cota no exercício de julho de 2025 a junho de 2026, totalizando R$ 180,57 milhõesNo exercício de julho de 2025 a junho de 2026, HSML11 registrou rendimentos pelo critério caixa de R$ 8,48 por cota, totalizando R$ 180,57 milhões. No período, investiu R$ 21,88 milhões no Super Shopping Osasco e R$ 49,39 milhões na SPE Shopping Pátio Cianê, com recursos de oferta de cotas e recursos próprios. As avaliações dos imóveis, realizadas pela consultoria independente Colliers, apresenta
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KNRI11 · Informe anual · 2026
Investimentos de aproximadamente R$194,9 milhões em junho de 2026, sendo R$127,6 milhões em Rochaverá Torre CrystalO informe anual, com competência em junho de 2026, registra investimentos de aproximadamente R$194,9 milhões: R$127,6 milhões em Rochaverá Torre Crystal, R$11,1 milhões e R$1,2 milhão em participações de SPEs e R$55,0 milhões em CRI, todos com recursos de capital. O administrador afirma que o resultado ficou em linha com as expectativas, sem detalhar valores de resultado ou rendimentos distribuído
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XPIN11 · Informe anual · 2026
Em abril, alienou imóveis a outros FIIs; principal receita passou a ser rendimento de cotas de FIIsO informe anual do XPIN11, referente ao exercício encerrado em junho de 2026, destaca uma mudança na carteira: em abril, o fundo alienou imóveis aos fundos XPLG11 e IBBP11 e passou a ter como principal fonte de receita os rendimentos de cotas de outros FIIs. O documento também registra aplicações em IBBP11, IBBP12, XPLG11 e XPLG12. Segundo a gestão, os aluguéis previstos foram recebidos integralme
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PLAG11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 65,3 milhões no exercício, ante R$ 35,6 milhões, com venda de imóveis no Paraná por R$ 136 milhõesAs demonstrações financeiras do PLAG11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da KPMG. Os auditores destacaram como temas relevantes a avaliação dos imóveis a valor justo, baseada em premissas e estimativas, e os valores a receber pela venda de ativos. O fundo teve lucro líquido de R$ 65,3 milhões, ante R$ 35,6 milhões no exercício anterior, enquanto o l
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RBRR11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 145,5 milhões no exercício, mas resultado por cota caiu de R$ 9,58 para R$ 8,92Nas demonstrações encerradas em 30 de junho de 2026, a KPMG emitiu opinião sem ressalvas e considerou aceitáveis a existência e os critérios de avaliação dos CRIs, principal tema de auditoria. O patrimônio líquido do RBRR11 era de R$ 1,485 bilhão, ante R$ 1,379 bilhão um ano antes. Os CRIs representavam R$ 1,423 bilhão, ou 95,85% do patrimônio; o fundo também tinha R$ 40,3 milhões em cotas de outr
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PVBI11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Opinião sem ressalvas da KPMG; lucro líquido caiu para R$ 51,5 milhões, de R$ 254,4 milhões no exercício anteriorAs demonstrações financeiras auditadas de PVBI11, referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, receberam opinião sem ressalvas da KPMG. O principal assunto de auditoria foi a avaliação a valor justo dos imóveis, que somavam R$ 2,34 bilhões, equivalentes a 83,1% do patrimônio líquido. A avaliação considera projeções e premissas de vacância, taxas de desconto e capitalização; a auditori
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TOPP11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Patrimônio líquido recuou para R$ 463,7 milhões, e o lucro do exercício foi de R$ 18,9 milhõesAs demonstrações financeiras de TOPP11 em 30 de junho de 2026 foram auditadas pela KPMG, que emitiu opinião sem ressalvas. O patrimônio líquido era de R$ 463,7 milhões, ante R$ 490,9 milhões um ano antes. O lucro do exercício foi de R$ 18,9 milhões, ou R$ 4,18 por cota, e o valor patrimonial por cota ficou em R$ 102,40, frente a R$ 108,41. O período comparativo de 2025 abrange apenas o intervalo d
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MCCI11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 192,3 milhões no exercício, ante R$ 177,6 milhões, com resultado por cota de R$ 11,34No exercício encerrado em 30 de junho de 2026, a KPMG emitiu opinião sem ressalvas sobre as demonstrações financeiras de MCCI11. Os CRIs, que representavam 83,23% do patrimônio líquido, foram o principal foco da auditoria, e a existência dos ativos e os critérios de valorização foram considerados aceitáveis. O patrimônio líquido fechou em R$ 1,57 bilhão, ante R$ 1,58 bilhão um ano antes. A carteir
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CPUR11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 95,7 milhões no exercício, ou R$ 1,41 por cota, ante R$ 30,2 milhões no anteriorNas demonstrações financeiras de CPUR11 referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, a Grant Thornton emitiu opinião sem ressalvas. A auditoria destacou a avaliação dos imóveis a valor justo e a mensuração dos CRIs, considerando razoáveis os critérios e as premissas adotados. O patrimônio líquido passou de R$ 594,6 milhões para R$ 668,2 milhões. Os imóveis para renda somavam R$ 877,2
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TRXF11 · Fato relevante · 28/09/2026
Venda de 15 imóveis por R$ 207,25 milhões ao BRC Renda Urbana FII, com posse transferida em 28 de setembro de 2026Em 28 de setembro de 2026, o TRXF11 concluiu a venda de 15 imóveis ao BRC Renda Urbana FII e transferiu a posse dos ativos. O portfólio inclui imóveis locados a diferentes empresas, entre elas Caixa Econômica Federal, Americanas, Dasa e GPA. A operação foi fechada por R$ 207,25 milhões, pagos por meio da compensação de créditos relacionados à subscrição e integralização, pelo TRXF11, de cotas emi
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domingo, 27 de setembro
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WHGR11 · Informe anual · 2026
No primeiro semestre, resultado operacional de R$ 18,4 milhões e distribuição de R$ 0,60 por cotaO informe, com competência de junho de 2026, descreve o WHGR11 como um fundo imobiliário multiestratégia, com prazo indeterminado e 30,9 milhões de cotas emitidas. Sua atuação combina originação de CRIs, gestão ativa de FIIs e ações e operações imobiliárias, como permutas e retrovendas. Ao fim do período, a carteira estava alocada em 73,5% em CRIs, 17,3% em FIIs e ações, 8,2% em imóveis e permutas
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PMIS11 · Informe anual · 2026
Carteira gerou resultado de R$ 0,119 por cota no exercício, considerado alinhado às projeções da gestoraO informe anual descreve PMIS11 como um FII de papel, com carteira híbrida, gestão ativa e atuação multicategoria, e informa 14,8 milhões de cotas emitidas. No exercício, a carteira gerou resultado de R$ 0,119 por cota, considerado pela gestora alinhado às projeções. As aquisições incluíram ativos de crédito, cotas de outros FIIs e instrumentos destinados à liquidez, todos com recursos de caixa; e
sábado, 26 de setembro
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ITRI11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 52,7 milhões no exercício, ante R$ 27,7 milhões no anterior; PL recuou para R$ 565,6 milhõesAs demonstrações financeiras do ITRI11, relativas ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, receberam opinião sem ressalvas da PwC: segundo o auditor, apresentam adequadamente a posição financeira e os resultados do fundo. O principal foco da auditoria foi verificar a existência e a avaliação dos CRIs e das cotas de outros FIIs, que compõem parcela relevante da carteira; os critérios examinad
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ICRI11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 46,8 milhões no exercício, ante R$ 57,4 milhões; patrimônio líquido de R$ 383,8 milhõesAs demonstrações financeiras auditadas do ICRI11 abrangem o exercício encerrado em 30 de junho de 2026. A auditoria da EY apresentou opinião sem ressalvas. Na data, o patrimônio líquido era de R$ 383,8 milhões, ante R$ 385,7 milhões em 2025. A carteira incluía R$ 341,0 milhões em CRIs, equivalentes a 88,84% do patrimônio líquido, R$ 15,3 milhões em cotas de outro FII e R$ 31,9 milhões em operações
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KNUQ11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 320,9 milhões no exercício, ante R$ 217,7 milhões no anterior, com distribuições de R$ 306,5 milhõesAs demonstrações financeiras do KNUQ11 em 30 de junho de 2026 foram auditadas pela PwC, que emitiu opinião sem ressalvas. O principal foco da auditoria foi a existência e a mensuração dos CRIs, avaliados a valor justo com modelos e premissas de mercado. O patrimônio líquido alcançou R$ 2,175 bilhões, ante R$ 1,551 bilhão no ano anterior, com destaque para a integralização de cerca de R$ 625 milhõe
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KNHF11 · Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Lucro líquido de R$ 233,9 milhões no exercício, abaixo dos R$ 250,9 milhões do período anteriorAs demonstrações financeiras do KNHF11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da PwC. O principal assunto destacado na auditoria foi a existência e a mensuração dos imóveis, dos CRIs e das cotas de outros FIIs, cujos valores dependem de laudos, modelos de avaliação ou preços de mercado. Na data, o patrimônio líquido era de R$ 1,94 bilhão, ante R$ 1,96 bil
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