As demonstrações financeiras auditadas do TRXF11 em 31 de dezembro de 2025, com opinião sem ressalvas da Ernst & Young, mostram ativo total de R$ 9,22 bilhões, contra PL de R$ 3,35 bilhões. Os principais ativos incluem propriedades para investimento de R$ 5,23 bilhões (156% do PL), cotas de FIIs como TRXB11 de R$ 1,89 bilhão (56% do PL) e ações de companhias fechadas via SPEs de R$ 796 milhões (24% do PL). O passivo destaca capital à integralizar de novas emissões em R$ 3 bilhões e obrigações por securitização de R$ 1,97 bilhão.
O lucro líquido foi de R$ 410 milhões, com lucro por cota de R$ 12,62 e valor patrimonial de R$ 103,08, ante R$ 120 milhões, R$ 5,97 e R$ 101,91 em 2024. Receitas de aluguéis somaram R$ 225 milhões, impulsionadas por ativos locados a redes como Pão de Açúcar, Assaí e Leroy Merlin. O PL cresceu de R$ 2,04 bilhões para R$ 3,35 bilhões com emissões de R$ 1,25 bilhão e lucro retido, menos distribuições de R$ 336 milhões (99,9% do resultado base caixa).
O caixa operacional gerou R$ 176 milhões, mas investimentos consumiram R$ 4,19 bilhões em aquisições de imóveis e cotas, financiados por R$ 4,29 bilhões em emissões e captações. Houve vendas de ativos como GPA Santo André e Assaí Ipatinga, gerando ganho de R$ 37,5 milhões. O portfólio expandiu com compras de shoppings, agências Caixa e galpões, via SPEs como TR2 a TR14, com laudos de valor justo da Amaral D'Avila usando fluxo de caixa descontado (taxa 7,68%-9,25%).