No relatório de janeiro de 2026 do HGRU11, a receita total foi de R$ 1,09 por cota, com resultado distribuível de R$ 0,85 por cota e distribuição anunciada de R$ 0,95 por cota, a ser paga em 13 de fevereiro, sem impactos não recorrentes e em linha com as projeções do relatório anterior de dezembro de 2025, que teve R$ 1,45 por cota impulsionado por vendas.
A gestão destaca a continuidade da estratégia de desinvestimentos no portfólio de lojas Pernambucanas, com vendas realizadas acima do valor patrimonial para demonstrar o potencial de valorização e elevar a receita recorrente, em um cenário onde o valor de mercado do fundo permanece próximo ao patrimonial.
Uma novidade foi a locação da Loja Mineirão Rio Branco, que evitou a primeira vacância no portfólio de supermercados e manteve a vacância física e financeira em 0,8%, estável em relação a dezembro de 2025; o WALE recuou ligeiramente para 9,4 anos ante 9,5 anos.
Foram realizados reajustes em 4.849 m² de ABL, bem abaixo dos 134.991 m² de dezembro, enquanto a obra do Passeio Dutra foi concluída, com foco agora na locação das lojas vagas.
A alavancagem financeira caiu para 5,7% ante 5,8% no mês anterior, com projeção de redução para 5,0% no início de 2027; as parcelas a pagar no curto prazo subiram para R$ 63,1 milhões de R$ 38,8 milhões, suportadas por recebíveis.
O P/VP avançou para 1,00x de 0,97x, com cota patrimonial em R$ 129,27 ante R$ 129,41 e dividend yield de 8,8% a.a. em ambos os bases; a performance do HGRU11 foi de +3,5% no mês, acima do IFIX em +2,3%, e o ADTV subiu para R$ 5,9 milhões de R$ 5,7 milhões.
A carteira segue com 100 imóveis, 24 locatários e 600.276 m² de ABL, alocação em FIIs estável em 9,4% do PL e número de cotistas em 230,2 mil, ante 227,8 mil.