No relatório de dezembro de 2025 do HGLG11, a gestora menciona atraso na divulgação devido a aprimoramentos internos em ferramentas de gestão e controles. A principal novidade é a aprovação em AGE da consolidação de ativos logísticos, com incorporação do LVBI11, dos FIIs Guarulhos e Aracaju, e aquisição integral dos imóveis do PATL11, elevando o patrimônio líquido para cerca de R$ 10 bilhões e o portfólio para 54 imóveis, tornando o HGLG11 o maior FII do Brasil; 33% dos cotistas participaram da votação, e próximos passos serão informados em fatos relevantes.
O resultado de dezembro registrou receita total de R$ 1,61 por cota e resultado distribuível de R$ 1,38 por cota, impactado por não recorrentes como venda de ativos mobiliários (R$ 0,07/cota), lucro da SPE Simões Filho (R$ 0,04/cota) e indenização de desapropriação em HGLG SJC (R$ 0,02/cota); a distribuição manteve R$ 1,10 por cota, com reserva acumulada subindo para R$ 0,44 por cota, ante R$ 0,21 em novembro e R$ 1,06 de resultado naquele mês.
Na carteira, vacância física caiu para 2,2% e financeira para 2,3%, de 2,4% e 2,5% em novembro, com entradas de Knight Therapeutics em Masterlabs e Winoa em São José dos Campos substituindo Plastic Omnium; projeção indica 3,3% em fevereiro de 2026. O portfólio segue com 37 imóveis, 178 locatários (ante 176), ABL de 2.082.809 m² e WALE de 4,0 anos estável. Alavancagem encerrou em 9,6% (11,3% com SPE), ante 9,7% (11,4% com SPE) em novembro, com trajetória projetada de redução para 9,5% em 2026 e 3,0% em 2035.
No segundo semestre de 2025, vacância recuou de 3,6% para 2,2%, com entrada em operação de Simões Filho G100 gerando receita a partir de janeiro de 2026; a 10ª emissão viabilizou 12 aquisições, sendo 3 ampliações e 9 novos ativos como Embu, Osasco e Guarulhos. Projeções mantêm distribuição em R$ 1,10 por cota no primeiro semestre de 2026, com elevação para R$ 1,17 no segundo, ante projeção anterior de R$ 1,10 no semestre.
Performance do HGLG11 foi de -1,5% em dezembro, ante +2,3% em novembro, com ADTV subindo para R$ 16,7 milhões (de R$ 8,0 milhões) e número de cotistas para 525,1 mil (de 516,3 mil). Na carteira de FIIs, aquisição de GARE11 elevou alocação total para 4,6% do PL, de 3,8% em novembro. Distribuições seguem estáveis em R$ 1,10 por cota nos últimos 12 meses.