No relatório de janeiro de 2026 do GGRC11, o fundo distribuiu R$ 0,10 por cota, igual ao de dezembro de 2025, com dividend yield mensal de 0,99% sobre a cota de fechamento em R$ 10,05, contra 1,01% e R$ 9,90 no mês anterior. O volume mensal foi de R$ 181,3 milhões, com ADTV de R$ 8,64 milhões, ligeiramente abaixo dos R$ 194,2 milhões e R$ 9,69 milhões de dezembro. A base de cotistas cresceu para 290.959, incorporando 33.639 novos investidores, após os 257.323 de dezembro, consolidando o fundo entre os 12 maiores da B3 em número de cotistas.
Entre os eventos destacados, ocorreu o reembolso de frações de cotas do GGRC11 oriundas da liquidação do VTLT11, leiloadas em 5 de janeiro a R$ 10,03, totalizando R$ 30.416. Foi aprovado na AGO de 30 de janeiro o balanço auditado até junho de 2025. Foi convocada AGE para fevereiro/março, propondo substituição da administradora Banvox pela Vórtx sem custo extra, mudança de nome para Zagros Renda Imobiliária FII (ticker inalterado), autorização para recompra de cotas ou OPAC, convocação de assembleias pela gestora, limite de 10% de cotas para votos em temas sensíveis e operações com a nova administradora.
A gestora lançou o Programa Renova, iniciativa para reciclagem, modernização e perpetuação de ativos via retrofits e benfeitorias, com Selo Renova para rastreamento. Visita técnica ocorreu no Santa Cruz (Anápolis/GO), fase 02 da expansão, que avançou para 80% concluído, contra 76% em dezembro, com pisos em 49%, alvenaria 80% e instalações 56%. Benfeitorias na cobertura do galpão Renault progrediram para 32% concluído, após iniciarem em dezembro com foco em reparos de calhas, zenital e domus Skylux.
Receitas totais atingiram R$ 39 milhões em janeiro, contra R$ 23,5 milhões em dezembro, puxadas por R$ 16,5 milhões em lucros imobiliários, além de R$ 19,2 milhões em locação; despesas subiram para R$ 4,4 milhões, gerando resultado caixa de R$ 34,7 milhões. Patrimônio líquido manteve R$ 2,4 bilhões e VPC R$ 11,22. Vacância física segue em 0,21%, WAULT em 4,94 anos e portfólio com 36 ativos, 711 mil m² ABL e 41 inquilinos. Composição por região ajustou para Sudeste 56,5% (era 67,8%), Sul 28,3% (era 17,4%) e Centro-Oeste 8,1% (era 7,8%).
Nas prioridades da gestão para 12-24 meses, constam reciclagem de ativos menos estratégicos via vendas, realocação em logísticos novos e de qualidade superior, e ganhos de eficiência para elevar qualidade sem cortar rendimentos recorrentes. Aluguel médio do portfólio subiu para R$ 27,02/m², aproximando-se do mercado em R$ 31/m².