BTLG11

BTG PACTUAL LOGÍSTICA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/01/2026

Entrega

30/01/2026 22:48

Resumo

No relatório de dezembro de 2025 do BTLG11, a receita de locações subiu para R$ 36,5 milhões (R$ 0,68 por cota), contra R$ 33 milhões (R$ 0,66) em novembro, impulsionada por novas locações e revisionais, incluindo uma relevante em locatária de 87 mil m². O NOI avançou para R$ 34 milhões (R$ 0,64 por cota), ante R$ 30,3 milhões (R$ 0,60) no mês anterior. A receita eventual de lucro com vendas saltou para R$ 7,6 milhões (R$ 0,14 por cota), comparado a R$ 2,1 milhões (R$ 0,04), refletindo recebimentos da última parcela do BTLG Campinas (R$ 15,7 milhões, lucro de R$ 4,4 milhões ou R$ 0,09 por cota) e venda de ativos corporativos do SARE11 (R$ 560,5 milhões, lucro de R$ 27 milhões ou R$ 0,49 por cota).

O resultado do fundo foi de R$ 35,3 milhões (R$ 0,66 por cota), ligeiramente acima dos R$ 34 milhões (R$ 0,68) de novembro, com distribuição mantida em R$ 0,79 por cota pelo quinto mês consecutivo, totalizando R$ 42,1 milhões. O resultado acumulado caiu para R$ 3,2 milhões (R$ 0,06 por cota), de R$ 10,1 milhões (R$ 0,20), enquanto o lucro projetado com vendas em curso subiu para R$ 82,1 milhões (R$ 1,54 por cota), contra R$ 32,9 milhões (R$ 0,65).

No balanço patrimonial de novembro (último disponível), o patrimônio líquido atingiu R$ 5,5 bilhões, ante R$ 5,22 bilhões no relatório anterior, com imóveis em R$ 5,2 bilhões (vs R$ 4,86 bilhões), caixa em R$ 521 milhões (vs R$ 280 milhões) e FIIs em R$ 563 milhões (vs R$ 773 milhões). As cotas cresceram para 53,31 milhões (vs 50,32 milhões) após a 15ª emissão de R$ 450,5 milhões, reduzindo a cota patrimonial para R$ 103,13 (vs R$ 103,76).

A alavancagem total em CRIs aumentou para R$ 161,3 milhões (3,3% do patrimônio), de R$ 124,2 milhões (2,4%), com adição do CRI IV (R$ 39,6 milhões, IPCA + 8% a.a., vencimento 2032); cronograma prevê desembolsos de R$ 614 milhões em 2T26 para 13 ativos e R$ 50 milhões em 4T26 para Osasco e Mauá II. Obrigações por aquisições ficaram em R$ 673 milhões (vs R$ 623 milhões).

No portfólio, 34 ativos somam cerca de 1,4 milhão m² de ABL, com vacância física estável em geral, mas redução no BTLG Cabreúva de 47% para 36%; os novos ativos Osasco e Mauá II (83 mil m², 100% locados) já constam, representando 3% e 4% da receita cada. Histórico de vendas atualizado mostra R$ 557 milhões em 2S25, elevando total a R$ 1,328 bilhão em 4 anos, com lucro acumulado de R$ 4,68 por cota.

Eventos destacam conclusão das vendas de Campinas e corporativos (WT Morumbi e Work Bela Cintra), reforçando caixa estimado em R$ 700 milhões para 2026 após desinvestimentos do SARE11. Mídia nota manutenção do rendimento e posição no topo de recomendações para janeiro.

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