No relatório de janeiro de 2026 do AFHI11, o resultado gerado foi de R$ 0,91 por cota, abaixo dos R$ 0,97 de dezembro de 2025, enquanto a distribuição ficou em R$ 0,97 por cota, contra R$ 1,01 no mês anterior. A reserva acumulada não distribuída caiu para R$ 0,24 por cota, de R$ 0,31, e o acumulado de inflação não distribuída foi R$ 0,14 por cota.
O patrimônio líquido subiu para R$ 455,37 milhões, de R$ 452,86 milhões, com cota patrimonial em R$ 95,08, alta de 0,55% ante R$ 94,56. O número de cotas aumentou para 4.789.190, de 4.555.618, e cotistas para 37.891, de 37.615.
A gestora reportou três compras no mercado secundário: R$ 137.854 em CRI Rede D'Or nos dias 3 e 5 de fevereiro, elevando sua taxa média para IPCA + 9,01% a.a.; R$ 10 milhões em CRI XP Log em 12 de fevereiro a IPCA + 8,90% a.a., lastreado em recebíveis do Mercado Livre com garantias em imóveis logísticos (LTV 31,29%) e fundo de reserva; e R$ 12 milhões em CRI Direcional no mesmo dia a IPCA + 9,04% a.a., pulverizado em 721 unidades com fundo de reserva de R$ 5 milhões. Houve pré-pagamento do CRI Tenda Pós-Chaves, adicionando R$ 1,7 milhão ao caixa, com TIR anualizada de 17,99% em 32 meses.
A composição da carteira em 13 de fevereiro mostrou caixa em 3,05%, queda de 7% em janeiro; CRIs IPCA em 70,22% com taxa média de 8,59% a.a. (de 8,56%), duração média 5 anos e spread de 238 bps sobre tesouro; CRIs CDI em 25,19% com taxa 2,81%; e PRÉ em 1,54%. Por devedor, Direcional subiu para 7,68%, Grupo Mateus em 6,08% e Atacadão para 4,56%. Por risco, contratual 48,92%, pulverizado 26,29% e corporativo 24,79%; high grade 69,57%.
O gestor destacou impacto negativo no resultado por IPCA de novembro de 2025 (0,18%) e menos dias úteis, mas enfatizou foco em aquisições IPCA+ com spreads altos sem elevar risco e CDI+ com duration baixa para capturar Selic alta, além de pré-pagamento que elevou caixa. Está estruturando nova operação CDI+. Todas operações adimplentes. Dividend yield mensal de 1,00% (anual 12,68%), com R$ 12,10 distribuídos nos últimos 12 meses (DY 12,47%). Liquidez média diária últimos 6 meses em R$ 0,72 milhão, queda de 8,92%.