Pular para o conteúdo

VISC11 Cotação: R$ 95,81 Queda de 3,42%

Buscar outro fundo

VISC11

FII

VINCI SHOPPING CENTERS FII

Cotação: R$ 95,81

Queda de 3,42%

R$ por cota · 03/11/2026 17:37 · B3

DY 12m
10,43%
P/VP
0,83

Relatório gerencial · Março de 2025

Referência 31/03/2025 · entregue 07/04/2025 18:35

Em uma linha

Distribuição de R$ 0,80 por cota em março supera o resultado de R$ 0,71 por cota no mês

Resumo

O relatório de Março de 2025 do fundo imobiliário Vinci Shopping Centers FII (VISC11) apresenta um panorama do desempenho do fundo, com dados de março para informações financeiras e fevereiro para indicadores operacionais dos shoppings.

Em março, o fundo distribuiu R$ 0,80 por cota, valor superior ao resultado gerado no mês, que foi de R$ 0,71 por cota. O fundo possui um resultado acumulado não distribuído de R$ 1,30 por cota, o qual poderá ser usado para futuras distribuições. A estimativa de rendimentos para os próximos meses até dezembro de 2025 é de R$ 0,80 a R$ 0,85 por cota.

Houve crescimento no NOI caixa de 10,7% em relação a fevereiro de 2024. As vendas por metro quadrado (m²) tiveram um aumento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas nas mesmas lojas (SSS) cresceram 7,3%, e o aluguel nas mesmas lojas (SSR) aumentou 5,2%.

A taxa de ocupação do fundo está em 94,5%. A inadimplência líquida está em 0,0% e os descontos representam 1,7% do faturamento.

A carteira do fundo é composta por participações em 30 shoppings, totalizando R$ 3,8 bilhões em imóveis. As aplicações financeiras somam R$ 298,7 milhões. O fundo possui obrigações a prazo de R$ 532,2 milhões, resultando em obrigações líquidas de R$ 242,6 milhões considerando as aplicações financeiras.

Comparando com o relatório de fevereiro de 2025, observa-se um crescimento no NOI Caixa (de 3,5% para 10,7%) e nas vendas/m² (de 8,4% para 11,5%). A inadimplência líquida diminuiu significativamente de 6,7% para 0,0%. A taxa de ocupação apresentou leve melhora, passando de 94,4% para 94,5%. O resultado total gerado por cota diminuiu de R$ 1,21 para R$ 0,71, o que é explicado pela não recorrência do recebimento da última parcela da venda do Iguatemi Bosque, que havia impactado positivamente o resultado de fevereiro, mas a distribuição se manteve em R$ 0,80, impactada pelo uso de resultados acumulados.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

Cookies e privacidade

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência. Saiba mais