No relatório de fevereiro de 2026 do CPUR11, o valor de mercado por cota caiu para R$ 10,33 ante R$ 10,73 em janeiro, enquanto o valor patrimonial por cota foi para R$ 9,73 de R$ 9,77, com patrimônio líquido em R$ 660 milhões contra R$ 663 milhões. O dividend yield subiu para 12,26% a.a., e o número de cotistas chegou a 1.658, aumento de um em relação ao mês anterior.
O gestor mantém o foco em reposição de ativos, com tratativas avançadas para incorporar o Fundo Max Retail após superar a consulta aos investidores; agora prioriza diligenciamento técnico, jurídico e ambiental para agregar receitas de aluguel. Avança também negociações para venda de ativos visando otimizar dividendos e reduzir endividamento, além de usar reservas acumuladas do CPUR11 e HBCR11 para sustentar distribuições. A previsão para alvará de expansão do HBCenter Raposo, que triplicará a área locável, foi adiada para o segundo semestre de 2026, ante primeiro semestre no relatório anterior.
O guidance de dividendos foi atualizado para R$ 0,08 por cota mensal de março/26 a fevereiro/27, com estimativa otimista de R$ 0,09 e pessimista de R$ 0,07; em fevereiro, distribuiu R$ 0,10 por cota, igual a janeiro. Receitas de fevereiro somaram R$ 6,11 milhões, com locação em R$ 5,86 milhões ante R$ 6,10 milhões em janeiro e sem receitas de FIIs estratégicos (HBCR11), diferentemente de meses anteriores; resultado foi R$ 4,34 milhões, contra R$ 4,29 milhões, e resultado acumulado caiu para R$ 1,58 milhão.
Rentabilidade a mercado ajustada por proventos em fevereiro foi de -2,80%, ante -0,56% em janeiro e versus 1,32% do IFIX; acumulado desde 2020 é de 75,87% para CPUR11, ante 21,30% IFIX e 76,46% CDI, redução ante 80,93%, 19,72% e 74,72% reportados em janeiro.
Composição da carteira segue com 15 imóveis mais consolidação do HBCR11, mas participação no HBCR11 caiu para 65,59% das cotas ao final de dezembro ante 79% no relatório anterior; WAULT ajustado para 11 anos, ante 13,1 anos, com vencimento médio em junho/2038. Sem mudanças em vacância (MDX com 97% ocupação e 255 m² vagos) ou novos contratos reportados. Distribuição geográfica e por locatário inalterada, com Assaí em 50,4% da receita.
Volume negociado em fevereiro despencou para R$ 16,2 milhões (média diária R$ 902 mil), ante R$ 144,6 milhões em janeiro, com giro de 2,29%. Alavancagem total subiu para R$ 297,5 milhões (IPCA + 5,28% médio), de R$ 292,5 milhões, com CRI Assaí Porto Velho/Macaé em R$ 184,3 milhões (era R$ 178,6), Ipatinga R$ 73,3 (R$ 73,4) e Caucaia R$ 39,8 (R$ 40,5).