XPML11

XP MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

28/02/2026

Entrega

09/03/2026 20:04

Resumo

No relatório de fevereiro 2026 do XPML11, o patrimônio líquido subiu para R$ 6,417 bilhões, ante R$ 6,334 bilhões em janeiro 2026, enquanto o número de cotistas cresceu de 679 mil para 725 mil, refletindo a captação inicial da 14ª oferta de cotas, que já integralizou R$ 51 milhões via direito de preferência para financiar parte da parcela à vista de aquisições na transação com Iguatemi e BBIG11, com cronograma em andamento até março 2026.

O resultado acumulado não distribuído alcançou R$ 4,12 por cota em janeiro 2026, ante R$ 2,70 em dezembro 2025, impulsionado por ganhos de capital da alienação de 9 participações para o fundo Riza Malls, conforme fato relevante. A distribuição manteve-se em R$ 0,92 por cota, paga em 25/02/2026, com guidance inalterado entre R$ 0,86 e R$ 0,92 até junho 2026.

No fluxo financeiro de janeiro 2026, receitas totalizaram R$ 122,5 milhões, com resultado de R$ 112,5 milhões, incluindo agora os FIIs acessórios Omni Malls e NeoMall integralmente detidos. Despesas financeiras foram R$ 5,5 milhões.

Indicadores operacionais de janeiro 2026 mostraram vendas por m² em R$ 1.590, alta de 14,2% ante janeiro 2025, e NOI caixa por m² em R$ 214, crescimento de 14,7% no mesmo período; same store sales subiu 4,4% e same store rent 3,8%. Vacância média ficou em 3,6% da ABL, ante 3,0% em dezembro 2025, e inadimplência líquida em 5,6%, ante -2,0% no mês anterior. ABL total em 1,018 milhão m², ligeira queda ante 1,021 milhão m² em dezembro.

A carteira segue com 24 shoppings, ABL total de 1,02 milhão m² e ABL própria de 254 mil m², com diversificação regional em 70% Sudeste e por administradores com SYN em 24%. Composição por classe: imóveis 94,7%, ante 95,2% em novembro 2025.

Cronograma de desembolsos atualizado inclui parcelas como R$ 41,2 milhões para Pátio Higienópolis em abril 2026 (era R$ 40,4 milhões) e R$ 168,8 milhões para portfólio Allos em janeiro 2027. Liquidez melhorou, com volume de R$ 418 milhões em fevereiro, alta de 51,8% na média diária para R$ 23,2 milhões ante janeiro, e cota fechando em R$ 111,83 ante R$ 110,75.

O gestor destaca retração de 1,5% nas vendas varejistas em janeiro pelo ICVA, mas resiliência setorial, com foco em gestão ativa e qualidade dos ativos.

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