O relatório de maio de 2026 do XPML11 registra patrimônio líquido de R$ 7,081 bilhões, abaixo dos R$ 7,090 bilhões de abril, enquanto o número de cotistas aumentou de 733 mil para 748 mil.
No comentário do gestor, abril mostrou retração real de 3% nas vendas do varejo segundo o ICVA, em contraste com o crescimento de 0,6% em março, atribuído a inflação pressionada e maior comprometimento da renda com dívidas, além de antecipação de compras da Páscoa. Os indicadores operacionais de abril/26 apontam vendas por m² em R$ 1.625 e NOI por m² em R$ 134, com altas de 7,44% e 6,05% frente a 2025, abaixo dos crescimentos de 11,9% e 10,5% registrados no período anterior, enquanto Same Store Sales avançou 0,5% e Same Store Rent 3,1%, contra 4,5% e 5,3% antes.
A distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 0,92 por cota, com pagamento em 25 de maio. O resultado acumulado não distribuído por cota caiu de R$ 2,99 para R$ 2,63, e o guidance para o semestre mantém os mesmos limites superior e inferior.
Na liquidez, o volume negociado subiu para R$ 385 milhões, com média diária de R$ 19,2 milhões, 37% acima do mês anterior, e a cota fechou a R$ 107,00, contra R$ 111,26 em abril. A rentabilidade mensal de maio foi de -2,96%, contra +2,83% em abril.
A carteira de ativos mostra 93,7% em imóveis, com caixa em 3,9%, ligeiramente acima dos 3,4% de abril. Os compromissos de pagamento até 2027 mantêm datas idênticas, com valores ajustados em algumas parcelas como a de Jundiaí Shopping, agora em R$ 68,4 milhões contra R$ 69 milhões.
Entre os eventos, a alienação total de 30% do Shops Jardins foi concluída em maio por R$ 20 milhões, via compensação de créditos e subscrição de cotas em outro fundo. Os indicadores operacionais de abril/26 registram ABL total em 1.145 mil m², vacância média de 4,1% e inadimplência líquida de 2,3%, acima dos 3,7% e 1,7% de março.