O relatório de junho de 2026 do XPML11 apresenta o resultado de maio/26, com distribuição de R$ 0,92 por cota paga em 25/06/26. O patrimônio líquido ficou em R$ 7,03 bilhões, abaixo dos R$ 7,08 bilhões do relatório de maio/26. A quantidade de cotas permaneceu em 64.308.055.
A carteira passou de 27 para 26 shoppings após a alienação de 30% do Shops Jardins em maio/26, registrada na página 13. A ABL total caiu para 1.139.900 m² e a ABL própria para 274.095 m², comparado a 1.145.935 m² e 275.787 m² no mês anterior. O investimento em imóveis subiu ligeiramente para 93,9% da carteira, com CRI conversível em 0,6%.
Nos indicadores operacionais de maio/26, as vendas por m² anualizadas alcançaram R$ 1.757, acima dos R$ 1.625 de abril/26. O Same Store Sales registrou alta de 6,5% e o Same Store Rent de 6,2%. A vacância média foi de 4,4% e a inadimplência líquida de 1,7%, contra 4,1% e 2,3% no período anterior. O NOI caixa/m² mensal ficou em R$ 130.
O volume negociado no mês foi de R$ 352 milhões, com média diária de R$ 16,7 milhões, inferior aos R$ 385 milhões e R$ 19,2 milhões do relatório anterior. A cota encerrou junho/26 a R$ 104,47, abaixo dos R$ 107,00 de maio/26. A rentabilidade de maio/26 apareceu em -0,97% no mês, contra -2,96% apontado no relatório anterior para o mesmo período.
O guidance de distribuição até dezembro/26 mantém o limite superior em R$ 0,92 e o inferior em trajetória descendente até R$ 0,83. O cronograma de desembolsos mostra valores levemente reajustados, com a segunda parcela do portfólio Capitânia em R$ 40 milhões para outubro/26 e as parcelas de 2027 mantidas em patamares próximos aos do mês anterior.
O resultado acumulado não distribuído da estrutura completa (incluindo Omni Malls e Neomall) ficou em R$ 2,42 por cota em fevereiro/26, abaixo dos R$ 2,63 do relatório anterior. As receitas imobiliárias de maio/26 somaram R$ 62,2 milhões e o resultado mensal R$ 55,2 milhões.