No relatório de janeiro 2026, referente a dezembro de 2025, o XPML11 destaca a conclusão da alienação de 9 participações em shoppings para o fundo Riza Malls, anunciada em fato relevante, incluindo Tietê Plaza (45%), Grand Plaza (20%), Shopping Metropolitano Barra (40%) e outros, gerando ganho de capital que elevou o resultado acumulado não distribuído para R$ 2,70 por cota, ante R$ 0,39 por cota em novembro de 2025 nos fundos acessórios Neomall e Omni Malls.
A carteira encolheu para 24 shoppings, com ABL total de 1.021 mil m² e ABL própria de 254 mil m², redução ante 1.118 mil m² e 340 mil m² em novembro, refletindo as vendas; Sudeste segue dominante com 70% da ABL. Nos indicadores operacionais de dezembro, vendas por m² atingiram R$ 2.681 (+11,8% vs dezembro 2024), NOI caixa por m² R$ 167 (+20,5% vs dezembro 2024), same store sales +0,5% e same store rent +4,3%, com vacância em 3,0% (vs 4,0% em novembro) e inadimplência líquida negativa em -2,0%.
O fluxo financeiro de dezembro registrou receitas de R$ 208 milhões (incluindo R$ 150 milhões de lucro imobiliário), despesas de R$ 27 milhões e resultado de R$ 181 milhões, com distribuição de R$ 0,92 por cota paga em 23 de janeiro de 2026. O guidance mantém R$ 0,92 por cota até junho de 2026, com limite inferior de R$ 0,86.
A estrutura de capital mostra saldos devedores estáveis nos CRIs (total ~R$ 540 milhões), e o cronograma de desembolsos atualiza parcelas como 2ª de Pátio Higienópolis para R$ 40,4 milhões em abril 2026 (ante R$ 37,2 milhões estimado antes). Número de cotistas subiu para 679.735 (vs 656.376), liquidez média diária em janeiro foi R$ 15,3 milhões (vs R$ 17,7 milhões em dezembro), com cota fechando em R$ 110,75.
O gestor nota dezembro forte pelo Natal, com ICVA +2,6% nominal, e perspectivas construtivas para 2026 em shoppings bem posicionados, focando liquidez e oportunidades.