O regulamento do XPLG11, fundo de investimento imobiliário de logística e industrial, atualizado em 30 de janeiro de 2026, define sua estrutura como condomínio fechado de prazo indeterminado com classe única de responsabilidade limitada. A administradora é a XP Investimentos CCTVM S.A., a gestora é a XP Vista Asset Management Ltda., e o custodiante é a Oliveira Trust DTVM S.A. O patrimônio é segregado por classe, com cotas escriturais negociáveis exclusivamente na B3, sem direito de resgate pelos cotistas, apenas amortização a critério da gestora. A primeira emissão captou R$ 366 milhões com 3,66 milhões de cotas a R$ 100 cada, e novas emissões podem ocorrer até R$ 40 bilhões via capital autorizado ou assembleia especial.
A política de investimento foca em renda com pelo menos dois terços do patrimônio líquido em exploração comercial de imóveis logísticos ou industriais, podendo buscar ganho de capital via compra e venda de ativos alvo, como imóveis ou quotas de SPEs imobiliárias, além de até um terço em ativos financeiros líquidos. A taxa máxima global é escalonada de 0,95% a.a. até R$ 500 milhões, caindo para 0,75% acima de R$ 1 bilhão, calculada sobre patrimônio contábil ou de mercado, com mínimo de R$ 25 mil mensais, mais taxa de performance de 20% sobre o excesso em relação a IPCA mais 6%. Rendimentos mínimos de 95% dos lucros semestrais são distribuídos, com adiantamentos mensais.
O fundo lista encargos como impostos, auditoria, corretagens e manutenção de imóveis, sem taxa de saída, e prevê assembleias especiais para decisões como alteração de taxas ou liquidação. Em caso de patrimônio líquido negativo, há plano de resolução e possível insolvência judicial. Os riscos incluem mercado, crédito, liquidez baixa das cotas e iliquidez de imóveis, sem garantias do FGC ou prestadores de serviços.