No relatório de março de 2026 do XPIN11, o patrimônio líquido subiu para R$ 751,8 milhões, ante R$ 739,8 milhões em fevereiro, enquanto o market cap recuou para R$ 500,9 milhões dos R$ 519,6 milhões anteriores. A cota patrimonial avançou de R$ 103,47 para R$ 105,14, e a cota de mercado caiu de R$ 72,67 para R$ 70,05, resultando em P/VP de 0,67x contra 0,70x no mês passado. O dividend yield patrimonial foi de 9,70% ao ano, levemente menor que os 9,86% de fevereiro, e o yield de mercado subiu para 14,56% dos 14,03% prévios. O número de cotistas diminuiu de 40.163 para 39.441.
A distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,85 por cota, paga em 24/04 aos detentores em 16/04, alinhada aos meses anteriores e usando saldo de lucros acumulados. Na DRE, as receitas totais de março atingiram R$ 7,5 milhões, impulsionadas por R$ 5,1 milhões em aluguéis e R$ 2,3 milhões em resultado de vendas de imóveis, contra R$ 4,8 milhões em fevereiro sem vendas expressivas; o resultado líquido foi R$ 6,1 milhões, com distribuição de R$ 6,1 milhões.
O principal evento foi a conclusão em abril das vendas dos imóveis do portfólio para o IBBP11 e XPLG11, como parte da reestruturação; os detalhes finais e resultados aos cotistas virão no Relatório de Encerramento, seguido da liquidação do fundo em junho de 2026, com distribuição e amortização final. A gestão alerta para instruções em Fato Relevante futuro, incluindo envio de preço médio de aquisição. Futuras atualizações operacionais serão nos relatórios dos fundos compradores.
Operacionalmente, a inadimplência líquida melhorou para 15,6% em março, de 16,7% em fevereiro, ainda ligada a dois locatários com Sogefi em cobrança judicial; a ocupação física segue em 96%, e a vacância física está em 4,0% nos últimos 12 meses. Há negociações avançadas para locar 7.747 m² vagos no CEA, vendido ao IBBP11. A composição da carteira por ABL e setores de inquilinos permaneceu estável, com 36% em Complexo Gaia e destaques em alimentícios (20,9%) e logística (14,1%).
O panorama setorial mostrou retração de -1,6% nos fundos logísticos/industriais em março, após +1,32% em fevereiro, com IFIX caindo -1,06%; o P/VPA médio do segmento é 0,89x. O volume negociado em março foi R$ 18,7 milhões, com giro de 3,7%, ante R$ 22,6 milhões e 4,15% em fevereiro.