No relatório de abril de 2026 do XPIN11, o destaque principal é a conclusão integral do plano de reestruturação aprovado em assembleia, com a alienação de todos os imóveis da carteira para os fundos IBBP11 e XPLG11. Essa transferência foi realizada em duas partes, direcionando ativos específicos para cada veículo conforme o perfil, e incluiu a quitação total do CRI que havia sido emitido para a compra dos imóveis.
Em comparação com o relatório de março, o patrimônio líquido do XPIN11 caiu de 751,8 milhões para 602,9 milhões de reais, enquanto a cota patrimonial recuou de 105,14 reais para 84,32 reais. A cota de mercado passou de 70,05 reais para 69,30 reais, mantendo o P/VP em 0,67x. O market cap diminuiu ligeiramente, de 500,9 milhões para 495,5 milhões de reais, e o número de cotistas reduziu de 39.441 para 38.138.
O relatório informa que não há distribuição de rendimentos em maio referente à competência de abril, devido à fase de transição, e que a liquidação oficial do XPIN11 será anunciada em junho, com entrega das cotas dos fundos IBBP11 e XPLG11 aos cotistas em proporção que será divulgada junto com o anúncio. Também foi destacado o envio futuro do preço médio de aquisição das cotas para a administração.
Os dados operacionais anteriores do portfólio, como vacância de 4,0% e ocupação de 96% em março, não são mais reportados diretamente, já que os ativos foram transferidos. O relatório apresenta composições detalhadas dos fundos receptores, com o IBBP11 concentrando 52,7% no Complexo Gaia e vacância física de 4,0%, e o XPLG11 com maior exposição em São Paulo (62,0%) e vacância de 8,1% ao final do período analisado.
Na DRE de abril, aparecem resultados de vendas de FII no valor de 4.969,8 mil reais, além de receitas de aluguéis de 6.131,6 mil reais no mês, refletindo o fechamento das operações com os imóveis.