XPIN11

INVISTA INDUSTRIAL FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

27/02/2026

Entrega

02/04/2026 09:33

Resumo

No relatório de fevereiro de 2026 do XPIN11, a principal novidade é a aprovação em assembleia da transferência da gestão para a inVista Real Estate, gestora também do IBBP11, visando alinhamento e fusão para reorganização do portfólio, capturando sinergias. Em março, outra assembleia aprovou etapas da reestruturação, incluindo alienação de ativos, quitação de obrigações via liquidação de CRIs e liquidação do fundo com amortização aos cotistas por entrega de cotas de FIIs.

A distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,85 por cota, paga em 13/02 para cotistas de 06/02, usando parte dos lucros acumulados para uniformidade, igual ao janeiro. O patrimônio líquido subiu para R$ 739,8 milhões, ante R$ 735,8 milhões em janeiro, com cota patrimonial em R$ 103,47, de R$ 102,91, e cota de mercado em R$ 72,67. O P/VP está em 0,70x e número de cotistas em 40.163, de 40.767.

Operacionalmente, a inadimplência líquida subiu para 16,7%, de 13,1% em janeiro, relacionada a dois locatários com processos judiciais em andamento, especialmente Sogefi; a gestão iniciou negociações para recuperação e locação de áreas vagas. A ocupação física segue em 96%, com vacância física em 4% em fevereiro, estável ante janeiro e em tendência de queda nos últimos 12 meses (de 5-7% para 4%). A composição da carteira permanece inalterada, com ABL total de 268 mil m² nos condomínios Barão de Mauá, CEA, Complexo Gaia, Jundiaí I/II e Extrema, pulverizada em 30 inquilinos, vencimento médio de 5,1 anos e 76,6% dos contratos indexados ao IPCA.

Na DRE, receitas totais foram R$ 4,8 milhões em fevereiro, com aluguéis em R$ 4,7 milhões, ante fluxo de R$ 5,8 milhões em locação em janeiro; resultado líquido de R$ 3 milhões e despesas financeiras de R$ 767 mil. Liquidez melhorou, com volume negociado de R$ 22,6 milhões, de R$ 13 milhões em janeiro, e giro de 4,15%, de 2,2%.

O panorama setorial destaca IFIX com +1,32% em fevereiro, sustentado por recuperação macro; logística com ABL expandida 130% nos últimos anos, preços de aluguel +43% e vacância em 7,1% fim de 2025, com expectativa de reajustes em aluguéis.