Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Referência 30/06/2026 · entregue 05/10/2026 19:09
Em uma linha
Prejuízo de R$ 68,7 milhões no exercício encerrado em 30 de junho de 2026, ante lucro de R$ 34,2 milhões em 2025
Resumo
Nas demonstrações do exercício encerrado em 30 de junho de 2026, a PwC emitiu opinião sem ressalvas sobre as contas do XPIN11. O principal foco da auditoria foi a mensuração das cotas de fundos imobiliários negociadas em bolsa. Durante o período, o fundo alienou seu portfólio direto de imóveis logísticos, com cerca de 133,4 mil m²; ao fim do exercício, não possuía mais imóveis próprios.
Na data-base, o XPIN11 mantinha R$ 559,4 milhões em cotas de fundos imobiliários, principalmente IBBP11, com R$ 343,1 milhões, e XPLG11, com R$ 216,3 milhões, equivalentes a cerca de 97% do patrimônio líquido. Havia ainda R$ 16,8 milhões em fundo de renda fixa, e as obrigações de securitização existentes no ano anterior foram liquidadas. O patrimônio líquido caiu de R$ 724,6 milhões para R$ 576,5 milhões, enquanto o valor patrimonial por cota passou de R$ 101,34 para R$ 80,63. O exercício teve prejuízo de R$ 68,7 milhões, ante lucro de R$ 34,2 milhões em 2025, com resultado negativo de R$ 111,2 milhões nas cotas de fundos imobiliários e receita de aluguéis de R$ 18,8 milhões.
O quadro de mutações patrimoniais registra R$ 64,8 milhões em distribuições aos cotistas no exercício, apesar do prejuízo contábil. O documento também informa que a gestão passou da XP Vista para a Invista Real Estate em 27 de fevereiro de 2026 e registra autorização condicionada para uma possível liquidação do fundo, com entrega de cotas de FIIs e eventual caixa aos cotistas. As demonstrações não indicam que essa liquidação tenha sido concluída até 30 de junho de 2026.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.