No relatório de fevereiro 2026 do VISC11, a distribuição de rendimentos foi de R$ 0,84 por cota, igual ao mês anterior, com resultado gerado de R$ 0,92 por cota, inferior aos R$ 1,17 de janeiro. O acumulado não distribuído total consolidado subiu para R$ 1,56 por cota, ante R$ 1,48 em janeiro, incluindo R$ 0,35 do Shopping Paralela FII.
O valor de mercado da cota encerrou em R$ 112,36, alta de 3,6% em relação aos R$ 108,46 de janeiro, levando a rentabilidade bruta mensal a 4,4%, contra 1,0% no mês anterior, e acumulada 2026 em 5,4%. O número de cotistas cresceu para 341.753, de 339.161, enquanto o volume médio diário de negociação caiu para R$ 6,4 milhões, de R$ 7,1 milhões.
Nos indicadores operacionais de janeiro 2026, o NOI caixa por m² foi R$ 142, crescimento de 3,3% ante janeiro 2025, ajustado para 4,0% com participações atuais; vendas por m² atingiram R$ 1.508, alta de 5,9%, ou 7,5% ajustada. SSR e SSS cresceram 6,2% cada, ante 3,6% e 2,0% em dezembro 2025; inadimplência líquida subiu para 8,5%, de -2,4% anterior, justificada por sazonalidade de pagamentos em janeiro; ocupação fechou em 94,7%, ante 95,2% em dezembro 2025 e +0,3 p.p. versus janeiro 2025.
A carteira manteve imóveis em R$ 4,003 bilhões, caixa em R$ 192,6 milhões, superior aos R$ 187,5 milhões de janeiro, e obrigações a prazo em R$ 781,3 milhões, leve queda dos R$ 786,4 milhões. Projeções de caixa indicam foco em liquidez via vendas de ativos, nova emissão de cotas ou alavancagem, com parcelas do Paralela em agosto e Midway em dezembro 2026; caixa projetado cai para R$ 31,8 milhões em 2027.
A estimativa de rendimentos segue entre R$ 0,84 e R$ 0,90 por cota até dezembro 2026, em linha com o guidance elevado. Composição por % NOI por ativo, estado e administradora permaneceu estável, com 30 shoppings e 296 mil m² de ABL. O gestor destaca cenário macro com cortes graduais da Selic em 2026, favorecendo ativos domésticos.