O relatório de junho de 2026 do VISC11 mostra resultado total de R$ 0,88 por cota, acima dos R$ 0,76 de maio, com distribuição mantida em R$ 0,84 por cota. O resultado acumulado não distribuído subiu de R$ 1,20 para R$ 1,24 por cota, incluindo a parcela do Shopping Paralela FII.
Os indicadores operacionais de maio, divulgados agora, apontam crescimento de NOI por m² de 11,7% contra 2025, superior aos 8,9% do mês anterior. As vendas por m² avançaram 12,7%, contra 8,7% antes. As vendas mesmas lojas subiram 6,0%, revertendo a queda de 0,1% registrada no período anterior, enquanto o aluguel mesmas lojas variou de 3,9% para 3,7%. A inadimplência líquida caiu para 1,2%, de 2,1%, e os descontos recuaram para 1,8%, de 2,0%. A ocupação encerrou em 94,0% em maio, ante 94,3% em abril, representando queda de 0,5 ponto percentual frente ao mesmo período do ano anterior.
A cota do VISC11 fechou junho a R$ 104,78, com retorno mensal de -0,6%, melhor que os -2,1% de maio. O número de cotistas diminuiu de 350.230 para 347.218. O caixa recuou de R$ 162,0 milhões para R$ 157,9 milhões, e as obrigações a prazo permaneceram praticamente estáveis em torno de R$ 1.073 milhões. A projeção de consumo de caixa para 2026 foi ajustada para R$ 137,7 milhões, abaixo dos R$ 141,5 milhões do relatório anterior.
O cenário macroeconômico descrito destaca melhora marginal pela queda do petróleo, com impacto positivo nas expectativas de juros no Brasil. Não há menção a novas aquisições, vendas de ativos ou alterações na estrutura de capital no período. A estimativa de distribuição até dezembro de 2026 se mantém entre R$ 0,84 e R$ 0,90 por cota.