No relatório de março 2026 do VISC11, destaque para a conclusão da aquisição de 10% do BH Shopping por R$ 285 milhões, com pagamento de R$ 138,8 milhões à vista e parcelas corrigidas por IPCA nos próximos 12, 18 meses e após expansão em junho 2028, elevando o número de shoppings para 32 e os imóveis para R$ 4,249 bilhões no portfólio consolidado.
As obrigações a prazo subiram para R$ 1.067 milhões, ante R$ 781 milhões em fevereiro, incorporando as novas parcelas do BH Shopping e securitização em três CRIs (R$ 40 mi CDI+1,10% a 5 anos, R$ 40 mi CDI+1,75% a 15 anos e R$ 58,8 mi IPCA+8,92% a 15 anos), resultando em obrigações líquidas de R$ 885 milhões após caixa de R$ 182 milhões.
O resultado gerado em março foi R$ 0,71 por cota, com distribuição de R$ 0,84 por cota, deixando acumulado não distribuído consolidado de R$ 1,47 por cota, abaixo dos R$ 1,56 de fevereiro; remessas dos shoppings caíram para R$ 0,92 por cota ante R$ 1,16.
Indicadores operacionais de fevereiro 2026 mostram NOI caixa de R$ 98/m², alta de 7,2% ante fevereiro 2025 (era 3,3% em janeiro), vendas/m² estáveis em R$ 1.267 (era +5,9% em janeiro), SSR +4,6% e SSS -0,5% (ante +6,2% ambos em janeiro), inadimplência líquida -3,3% (era 8,5%), descontos 1,8% (era 1,4%) e ocupação 94,8%, alta de 0,3 pp ante fevereiro 2025.
Reavaliação corrigiu participação no Ribeirão Shopping, reduzindo VP/cota para R$ 116,64 ante R$ 118,07, com queda na cota para R$ 108,56; cotistas subiram para 343.939 ante 341.753, volume médio diário para R$ 7,6 milhões ante R$ 6,4 milhões.
Projeção de caixa indica despesas de R$ 150,7 milhões em 2026, com caixa caindo para negativo em 2028 sem novas emissões ou vendas; gestão planeja liquidez via vendas de ativos, emissão de cotas ou alavancagem. Estimativa de distribuição mantém R$ 0,84-0,90 por cota até dezembro 2026.