No relatório de maio de 2026 do VGRI11, o número de cotistas passou de 26.070 para 26.071 em relação a abril. O volume médio diário de negociação recuou para R$ 515 mil, ante R$ 1,1 milhão no mês anterior. A cota fechou a R$ 6,33 em 29 de maio, abaixo dos R$ 6,76 de abril. O patrimônio líquido caiu de R$ 306 milhões para R$ 304,6 milhões, com a cota patrimonial passando de R$ 8,74 para R$ 8,70.
A distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 0,075 por cota, totalizando R$ 1,31 nos últimos 12 meses versus R$ 1,35 no período anterior. As receitas subiram para R$ 3,483 mil em maio, mas as despesas operacionais aumentaram para R$ 1.177 mil, resultando em menor resultado passível de distribuição que em abril. O WAULT caiu de 6,7 para 6,6 anos, e a fatia de contratos indexados ao IPCA recuou de 82,5% para 82,0%. O vencimento em 2026 passou de 25,9% para 23,9% da receita imobiliária.
A carteira continuou com 100% de ocupação e sem inadimplências. Os comentários da gestão reiteram a evolução das negociações de renovações para o segundo semestre de 2026 e o impacto das amortizações das obrigações na projeção de distribuição futura. A parcela a receber da venda do Edifício Cidade Jardim permaneceu em R$ 93 milhões, com vencimento até julho de 2026.