O VGRI11 manteve em junho de 2026 a carteira com 100% de ocupação física e financeira nos cinco imóveis que somam 40.963 m², sem alterações em relação a maio. O número de cotistas caiu para 25.208, ante 26.071 no mês anterior, e o volume médio diário de negociação recuou para R$ 445 mil, contra R$ 515 mil em maio. A cota fechou o mês cotada a R$ 5,52, abaixo dos R$ 6,33 registrados no fechamento de maio.
A distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 0,075 por cota, o que representou yield de 10,8% ao ano sobre o valor patrimonial, contra 11,4% em maio. Nos últimos 12 meses, o acumulado chegou a R$ 1,26 por cota ou 13,8% ao ano. As receitas totais do mês foram de R$ 3.339 mil, ligeiramente inferiores aos R$ 3.483 mil de maio, enquanto as despesas caíram para R$ 360 mil, ante R$ 1.496 mil no mês anterior, elevando o resultado passível de distribuição para R$ 2.979 mil.
O relatório destaca como evento subsequente o recebimento de R$ 69 milhões referentes à venda do Edifício Cidade Jardim, dos quais R$ 40 milhões foram usados para amortizar dívida e R$ 29 milhões ficaram em caixa. O saldo remanescente de R$ 24 milhões foi renegociado para pagamento até 30 de novembro de 2026, com juros, e essas atualizações serão consolidadas apenas no relatório de julho. O gestor informa que o evento não altera a projeção de dividendos.
O patrimônio total subiu para R$ 822.977 mil, contra R$ 813.408 mil em maio, com o valor a receber da venda ainda registrado em R$ 93 milhões. O patrimônio líquido fechou em R$ 304.029 mil, ligeiramente abaixo dos R$ 304.616 mil do mês anterior. Não houve mudanças na composição dos ativos, na estratégia ou nos contratos vigentes.