O VGIR11 encerrou fevereiro de 2026 com 95,5% do patrimônio líquido em CRIs, totalizando R$1.349,2 milhões em 57 operações, contra 95,9% e R$1.358,7 milhões em janeiro. O patrimônio líquido caiu para R$1.412,4 milhões, ante R$1.416,7 milhões no mês anterior.
O fundo recebeu amortizações de R$8,7 milhões em fevereiro, menores que os R$26,6 milhões de janeiro. Nos eventos subsequentes, houve investimentos adicionais de R$7,4 milhões em dois CRIs já na carteira.
A distribuição foi de R$0,12 por cota, equivalente a CDI + 3,4% ao ano sobre a cota patrimonial de dezembro, contra R$0,13 por cota (CDI + 2,1%) em janeiro. Nos últimos 12 meses, acumulou R$1,52 por cota (CDI + 2,16%), ante R$1,51 nos 12 meses até janeiro. As receitas caíram para R$17,2 milhões, com resultado de R$15,9 milhões, versus R$21 milhões e R$19,6 milhões em janeiro, impactado por 18 dias úteis contra 21.
A cota patrimonial fechou em R$9,67, ante R$9,70 em janeiro. A duration média da carteira reduziu para 1,9 ano, de 2,0 ano. Na alocação por segmento dos CRIs, residencial subiu para 86,5% (era cerca de 84,5%), escritório para 6,8% (era 7,7%) e shopping para 4,0% (era 4,3%).
Os cinco maiores ativos mantiveram posições semelhantes, com Tecnisa 573E em 6,58% (era 6,56%), Helbor 137E em 6,55% (era 6,53%) e leves ajustes em outros por amortizações. Caixa líquido em 4,47% do PL, ante 4,09%.
Número de cotistas ficou em 260.186, igual a janeiro, mas volume médio diário subiu para R$6,5 milhões, de R$5,1 milhões. A gestão manteve a visão de CRIs saudáveis.