O fundo VGIR11 encerrou junho de 2026 com 82,9% do patrimônio líquido em CRIs, totalizando R$1.174,9 milhões distribuídos em 53 operações, contra 94,8% e R$1.340,5 milhões em 56 operações em maio. A posição de caixa subiu de 5,2% para 17,1%, reflexo de amortizações e vendas realizadas no mês.
Durante junho, a gestora adquiriu R$16,1 milhões no CRI Artem, com cupom de CDI + 5,85%, e vendeu R$48,2 milhões, incluindo a totalidade das participações nos CRIs Oscar Freire 59S, Ditolvo Choice 3S e Choice 2S, além de parte do Oscar Freire 50S. Também ocorreram amortizações de R$139,1 milhões, com destaque para a quitação total de R$58,1 milhões no CRI Tecnisa 397S e parcial de R$75,1 milhões no CRI Tecnisa 11E 1S.
A distribuição de junho foi de R$0,11 por cota, equivalente a CDI + 0,2% ao ano, abaixo dos R$0,12 por cota de maio, que equivaliam a CDI + 2,1% ao ano. No acumulado de 12 meses, a distribuição ficou em R$1,52 por cota, contra R$1,53 do mês anterior.
O número de cotistas aumentou de 270.326 para 273.654, enquanto o volume médio diário de negociação caiu de R$5,6 milhões para R$4,0 milhões. A gestora informou que os pré-pagamentos contribuíram para melhoria na relação risco-retorno da carteira e que o foco nas próximas semanas é a realocação do caixa excedente em novas operações em estruturação. A qualidade de crédito dos CRIs permaneceu avaliada como saudável.