VGIR11

VALORA CRI CDI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/01/2026

Entrega

25/02/2026 18:53

Resumo

O VGIR11 encerrou janeiro de 2026 com 95,9% do patrimônio líquido em CRIs, totalizando R$1.358,7 milhões em 57 operações, contra 99,8% e R$1.412,5 milhões em dezembro de 2025; o caixa líquido subiu para 4,09% ou R$57,9 milhões, ante 0,18% no mês anterior. O patrimônio líquido cresceu para R$1.416,7 milhões, de R$1.415,1 milhões.

Em janeiro, o fundo comprou R$87,9 milhões em CRIs: novo CRI Tecnisa 397S por R$59,4 milhões (CDI + 4,25%, rating A S&P, residencial, agora 4,21% da carteira), novo CRI Toledo Ferrari por R$6,0 milhões (CDI + 3,5%) e adicional de R$22,5 milhões no CRI Helbor 137E (que subiu para 6,53% da carteira). Vendeu R$118,3 milhões, eliminando completamente CRI Scala Datacenter 1S e CRI Canto e Epitácio Sr, além de parcelas em Helbor 86E, Gafisa FE 1S e Matarazzo GFSA, com ganhos de capital; recebeu amortizações de R$26,6 milhões, principalmente R$16,5 milhões no Helbor 7E1S.

A distribuição foi de R$0,13 por cota, igual a dezembro, com rentabilidade CDI + 2,1% anualizada (ante CDI + 1,4%); nos últimos 12 meses, R$1,51 por cota (CDI + 2,0%), ante R$1,49. Receitas de caixa caíram para R$21,0 milhões (juros de CRIs R$19,7 milhões), de R$22,0 milhões; despesas recorrentes R$1,4 milhão. Cota patrimonial subiu para R$9,70, de R$9,69.

Na carteira, residencial representa 84,5% (era 82,8%), com duração média estável em 2,0 anos; número de cotistas cresceu para 260.186 (de 257.056), volume médio diário para R$5,1 milhões (de R$4,7 milhões), cota de mercado em R$9,92 (de R$9,83). A gestão mantém visão de qualidade de crédito saudável, sem mudanças na estratégia.