O VGIR11 encerrou março de 2026 com 94,4% do patrimônio líquido em CRIs, totalizando R$1.334,8 milhões em 56 operações, contra 95,5% e R$1.349,2 milhões em 57 operações em fevereiro. A alocação em caixa líquido subiu para 5,6%, ante 4,5% no mês anterior, com patrimônio líquido em R$1.413,5 milhões, estável em relação aos R$1.412,4 milhões de fevereiro, e cota patrimonial em R$9,67.
Em março, o gestor comprou R$29,4 milhões em CRIs, incluindo o novo CRI João Dias de R$12 milhões (CDI + 3,00% a.a., segmento escritório, vencimento em 2027) e aportes adicionais de R$10 milhões no CRI São Benedito, R$4,5 milhões no CRI Cantu Pneus e R$2,9 milhões no CRI Pagano. Foram vendidos R$41,2 milhões, com saída total do CRI Helbor 111E e reduções em HM Engenharia 97E, HBR 34E e Tecnisa 573E, gerando ganhos de capital. Amortizações somaram R$6,2 milhões, com quitação total do CRI Alto Paraíso (R$1 milhão) e parcial no CRI AMF Saúde 2 (R$2,2 milhões), após R$8,7 milhões em fevereiro.
A distribuição foi de R$0,13 por cota em março (CDI + 1,5% a.a. sobre cota de fevereiro), ante R$0,12 (CDI + 3,39% a.a.) em fevereiro; nos últimos 12 meses, R$1,53 por cota (CDI + 2,0% a.a.), contra R$1,52 anterior. Receitas de caixa em março foram R$21,7 milhões, com resultado de R$20,4 milhões, superior aos R$15,9 milhões de fevereiro.
O número de cotistas cresceu para 264.154, de 260.186 em fevereiro, mas o volume médio diário caiu para R$4,9 milhões, ante R$6,5 milhões. A gestão mantém a visão de qualidade de crédito saudável na carteira, com duration média em 1,8 ano (ante 1,9 ano). Em eventos subsequentes, aporte adicional de R$6,4 milhões em CRI existente em abril. A composição por segmento segue com 86,8% em residencial (ante 86,5%), e 99,4% dos CRIs atrelados a CDI.