No mês de maio de 2026 o VGIP11 manteve alocação majoritária em CRIs, subindo para 97,4% do patrimônio líquido em 50 operações, totalizando R$1.036,7 milhões investidos, ante 96,8% e R$1.032,6 milhões no mês anterior. A posição em caixa reduziu-se para cerca de 2,6%.
O fundo adquiriu R$6,3 milhões em duas operações já existentes na carteira, CRI VFDL e CRI Projetos Residenciais SP 1S, valor inferior aos R$13,7 milhões aplicados em abril. As amortizações recebidas caíram para R$2,8 milhões, contra R$5,7 milhões no mês anterior.
A distribuição de rendimentos referente a maio foi de R$1,05 por cota, correspondente a IPCA + 3,6% ao ano sobre a cota patrimonial de abril, abaixo dos R$1,08 por cota e IPCA + 6,4% registrados em abril. No acumulado de 12 meses a distribuição recuou para R$10,09 por cota, equivalente a IPCA + 7,5% ao ano, contra R$11,02 por cota e IPCA + 9,0% no relatório anterior.
A cota patrimonial fechou maio em R$90,35, variação negativa de R$0,15, explicada pela abertura das taxas das NTN-B, em contraste com o aumento de R$0,05 observado em abril. O número de cotistas diminuiu para 83.612, ante 84.010, e o volume médio diário negociado baixou para R$2,5 milhões, contra R$2,9 milhões.
No mês subsequente, junho, o fundo investiu R$600 mil adicionais em CRI já existente na carteira. A composição por segmento manteve-se diversificada, com Shopping em 25,8% e Pulverizado em 19,3%, e a exposição a IPCA permaneceu em 99,4%. Todos os CRIs continuaram adimplentes.