O fundo VGIP11 encerrou junho de 2026 com 97,0% do patrimônio líquido alocado em CRIs, totalizando R$1.019,9 milhões distribuídos em 49 operações. Em maio o percentual era de 97,35% com R$1.036,7 milhões em 50 operações. O patrimônio líquido em junho foi de R$1.051,6 milhões, abaixo dos R$1.065,0 milhões de maio, e a cota patrimonial caiu de R$90,35 para R$89,22. A posição de caixa líquida subiu de 2,65% para 3,02%.
Durante junho o VGIP11 adquiriu R$601 mil em uma operação já existente (CRI Projetos Residenciais SP 1S) e recebeu R$7,8 milhões em amortizações, com destaque para a quitação integral do CRI GPA 79S no valor de R$4,2 milhões. Em maio as aquisições somaram R$6,3 milhões em duas operações existentes e as amortizações totalizaram R$2,8 milhões. O relatório de junho informa que em julho foram realizados aportes adicionais de R$20,6 milhões em três CRIs.
A distribuição de rendimentos em junho foi de R$1,16 por cota, equivalente a IPCA + 7,1% ao ano. Em maio o valor foi de R$1,05 por cota, ou IPCA + 3,6% ao ano. O acumulado dos últimos 12 meses caiu de R$10,09 (IPCA + 7,5%) para R$10,00 (IPCA + 7,1%). O yield médio da carteira subiu de 10,68% em maio para 11,24% em junho, enquanto o cupom médio ficou praticamente estável em 8,48%.
O número de cotistas do VGIP11 reduziu de 83.612 em maio para 83.278 em junho. O volume médio diário de negociação caiu de R$2,5 milhões para R$2,3 milhões. A cota de mercado fechou junho em R$81,19, acima dos R$80,70 de maio.
Todos os CRIs permaneceram adimplentes nos dois meses. A duration média da carteira diminuiu de 3,5 para 3,4 anos. A variação negativa da cota patrimonial em junho foi de R$1,13, atribuída à abertura das taxas de juros das NTN-B.