O VGIA11 encerrou maio de 2026 com 89,6% do patrimônio líquido alocado em 41 ativos que somam R$921 milhões, ante 82,8% em 33 ativos e R$836 milhões em abril. O caixa caiu de 17,2% para 10,3% do PL nesse intervalo.
A distribuição de maio ficou em R$0,13 por cota, gerando CDI + 3,7% sobre a cota patrimonial e CDI + 3,2% sobre o preço médio de negociação, ligeiramente acima dos CDI + 3,5% e CDI + 3,0% registrados em abril. O volume médio diário de negociação recuou de R$2,73 milhões para R$2,32 milhões.
O número de cotistas ficou praticamente estável, em 174.817 no fechamento de maio contra 174.740 em abril, representando 29,3% do total de investidores em FIAGROs listados. O preço de fechamento da cota caiu de R$9,83 para R$9,58.
A carteira passou a contar com duration média de 1,7 ano, acima dos 1,4 ano de abril, enquanto a taxa média de aquisição ponderada recuou de CDI + 5,14% para CDI + 4,94%. Por segmento, a exposição a produtores subiu para 30,6% e a de cooperativas para 33,5%, com redução na fatia de indústria.
Foram incluídos novos ativos, entre eles CPRs de produtores como LPR, ELM, APC, GNR, GEF e RAS, além da FIAGRO SLB Piratini. A gestão informou que o foco nos próximos meses segue sendo a aquisição de novos ativos para dar continuidade à diversificação da carteira.