O VGIA11 encerrou janeiro de 2026 com 90,9% do patrimônio líquido alocado em 33 ativos, totalizando R$781 milhões investidos, contra 90,7% e R$762 milhões em dezembro de 2025. O caixa representou 12,42% do PL, ante 12,52% no mês anterior, com patrimônio líquido em R$841,6 milhões, ligeiramente acima dos R$840 milhões de dezembro.
Houve liquidação antecipada integral do CRA Usina Santa Fé I, com amortização de R$3,7 milhões em janeiro, ativo que constava com R$3,76 milhões em dezembro e não aparece mais na carteira. Nenhum novo ativo foi adquirido no período, mas a CPR Sergio Barzotto III teve leve aumento para R$5,58 milhões, de R$5,49 milhões.
A distribuição de rendimentos subiu para R$0,145 por cota em janeiro de 2025 (pagamento em 20/01/2026), equivalente a CDI + 4,4% anualizado sobre cota patrimonial, contra R$0,14 por cota (CDI + 2,9%) em dezembro. Receitas de ativos atingiram R$15,11 milhões, ante R$11,09 milhões, resultando em R$13,67 milhões de resultado, de R$9,65 milhões. A reserva acumulada a distribuir cresceu para R$7,7 milhões (R$0,09/cota), de R$6,6 milhões (R$0,07/cota), enquanto o potencial adicional dos CRA Languiru caiu para R$16,5 milhões (R$0,19/cota), de R$16,8 milhões.
A composição da carteira manteve 33 ativos, com duração média reduzida para 1,3 ano, de 1,6 ano. Top 5 ativos: CRA Fiagril VI em 9,86% do PL (era 9,88%), CRA Languiru em 7,07% (era 6,99%), CRA Irmãos Walker em 6,56% (6,47%), CRA Belmiro Catelan em 6,32% (6,23%) e CRA Cotrisoja em 5,20% (5,21%). Alocação por segmento ajustou para 34,3% distribuidoras (era 35,1%), 32,9% cooperativas (31,0%) e 24,0% produtores (24,2%), com 100% indexado a CDI.
O preço de fechamento da cota subiu para R$10,09, de R$10,02, com volume médio diário de R$2,03 milhões (R$2,19 milhões em dezembro) e número de cotistas em 170.892, ante 170.225. A gestão reforça portfólio adimplente, sem riscos adicionais na safra e foco em novas aquisições para diversificação, visão similar ao relatório anterior.