No relatório de dezembro de 2025 do URPR11, a gestão destaca a conclusão da auditoria em Maravista e negociações em andamento com o empreendedor para novos aportes e reforço de garantias, já que a operação está desenquadrada. As obras de Barbosa seguem no cronograma após retomada, e há monitoramento contínuo dos movimentos societários na D'Paula Santos, com análise de ações para maximizar retornos. Reserva de caixa caiu para cerca de R$ 5 milhões, ante R$ 6 milhões em novembro. Novo evento é a substituição da bandeira no projeto Ilha do Sol do Residence Club, de Hard Rock para Wyndham, visto como avanço operacional, mas com acompanhamento cauteloso de questões pendentes. Para Terras Altas fase 2, espera-se entrega de obra civil em junho e TVO em agosto.
Aportes totais em obras subiram para R$ 1,993 milhão (R$ 0,17 por cota), contra R$ 1,578 milhão (R$ 0,13 por cota) em novembro, com destaque para Terras Altas (R$ 731 mil aportados, remanescente total R$ 5,964 milhões após inclusão da fase 2) e Paulo Afonso (R$ 162 mil, remanescente R$ 197 mil por rochas extras). Remanescente total de aportes aumentou para R$ 171,831 milhões. Barbosa teve remanescente total reduzido para R$ 13,8 milhões.
Patrimônio líquido cresceu para R$ 1,211 bilhão (R$ 103,26 por cota), ante R$ 1,166 bilhão (R$ 99,41) em novembro, enquanto valor de mercado subiu para R$ 447,41 milhões e cotação para R$ 38,13. Dividendos mantidos em R$ 0,35 por cota, com LTM em R$ 6,27 (DY de 6,07%), contra R$ 6,80 anterior. Receita de dezembro foi R$ 4,49 milhões, queda ante R$ 4,66 milhões de novembro, seguindo tendência de redução em 2025. Cotistas caíram para 63.411, de 64.674, e liquidez diária para R$ 905 mil, de R$ 1,182 milhão.
Na carteira, exposição total em R$ 1,209 bilhão (99,8% do PL), com inadimplência em 10,3% (melhora de 11,6%), LTV médio 105,7% (de 107,2%), avanço médio de obras 83,2% (de 82,6%) e vendas 65,3% (de 66,8%). Taxa média indexada a IPCA em 13,10% a.a. (leve queda de 13,16%). Alocação por segmento ajustou loteamento para 28,8%, multipropriedade 23,3% e corporativo 16,2%. Geograficamente, SE segue em 19,97%. Gestão menciona foco em 2026 para ativos consolidados e recuperação de obras com bom desempenho comercial, capturando ganhos de capital e repasses inflacionários.