No relatório gerencial mais recente do TRBL11, referente a dezembro de 2025, a receita imobiliária totalizou R$ 4,1 milhões, alta ante os R$ 2,1 milhões de novembro, impulsionada pelo recebimento de dois aluguéis da Braskem (novembro postergado e dezembro corrente). O resultado mensal foi de R$ 2,9 milhões, ou R$ 0,37 por cota, após despesas de R$ 1,3 milhão.
A distribuição de rendimentos caiu para R$ 0,53 por cota, ante R$ 0,60 nos meses anteriores, por descasamento de pagamentos de locatários registrados em janeiro de 2026, sem impacto econômico permanente. O dividend yield anualizado ficou em 9,2%, com cota de fechamento em R$ 69,10.
A reavaliação patrimonial anual pela CBRE mostrou variações: One Park subiu 5,2%, GRU LOG 7,3%, Galpão Guarulhos 6,7%, Feira de Santana caiu 0,2% e Contagem desvalorizou 15% devido à vacância total após saída dos Correios. Isso levou a redução de 2,7% no patrimônio líquido entre outubro e novembro, para R$ 642,7 milhões.
A vacância física permaneceu em 31%, concentrada em Contagem (52.550 m², 0% ocupado), com plano de comercialização em andamento, incluindo visitas de empresas de logística e e-commerce; estimativa de locação em até 12 meses desde agosto de 2025. A carteira tem 5 ativos, 188.151 m² de ABL, 10 inquilinos e WAULT de 6,06 anos.
Perspectivas para 2026 indicam resultado recorrente de R$ 0,32 por cota mais parcelas extraordinárias da venda de Duque de Caxias (R$ 0,55 por cota), totalizando R$ 0,86 no conservador (sem locar Contagem) ou R$ 1,08 no otimista (locação total). Alavancagem em 19,48% (dívida de R$ 125,2 milhões), com amortizações aceleradas nos próximos 12 meses.
A cota acumulou alta de 14,9% no segundo semestre de 2025, de R$ 60,14 em junho para R$ 69,10 em dezembro. O valor de mercado foi R$ 535 milhões, com volume médio diário negociado de R$ 623 mil. O relatório de janeiro de 2026 foi emitido, mas sem detalhes adicionais disponíveis para comparação direta.