O relatório gerencial de março de 2026 do TRBL11 destaca o portfólio com 5 ativos logísticos totalizando 192.351 m² de ABL, vacância física de 3,3%, WAULT de 4,85 anos e 100% de adimplência nos aluguéis. O patrimônio líquido é de R$ 630,98 milhões (referência fevereiro), com valor de mercado de R$ 603 milhões e cotação de fechamento em R$ 77,90. Principais avanços incluem a locação total do TRBL Contagem para a Shopee, com obras de adequação iniciadas, e foco comercial para eliminar a vacância no TRBL Guarulhos I. A alavancagem foi reduzida para 15,56% após amortização antecipada com recursos da venda do imóvel de Duque de Caxias, que gerou ganho de capital de R$ 47,7 milhões.
No mês, o TRBL11 registrou receitas de locação de R$ 3,1 milhões (R$ 0,40 por cota), resultado não operacional de R$ 0,8 milhão (R$ 0,11 por cota) e despesas de R$ 2,6 milhões (R$ 0,33 por cota), incluindo custo de vacância e IPTU de Contagem, resultando em lucro líquido de R$ 1,4 milhão (R$ 0,18 por cota). A distribuição anunciada foi de R$ 0,85 por cota, com dividend yield anualizado de 13,1%. Projeções indicam R$ 0,85 por cota em abril e maio, R$ 2,55 em junho (incorporando ganho de capital), e estabilização entre R$ 0,43 e R$ 0,50 por cota no segundo semestre, refletindo fim de receitas não recorrentes.
O portfólio está diversificado em São Paulo (3 ativos, 94,8% ocupação), Minas Gerais e Bahia (100% ocupados), com locatários como Shopee (34% da receita), Braskem (parte de 37% no One Park) e Ambev. Contratos majoritariamente típicos (83%), indexados ao IPCA (82%), vencem majoritariamente após 2030 (57%). A vacância do fundo é inferior à média de mercado nas regiões, e a liquidez mostra volume médio diário de R$ 1,54 milhão. O gestor enfatiza gestão ativa por Rio Bravo e Tellus para maximizar rentabilidade recorrente.