No relatório de maio de 2026 do SPXS11, o patrimônio líquido caiu para R$ 190,1 milhões, ante R$ 190,6 milhões em abril, enquanto a cota patrimonial recuou de R$ 9,44 para R$ 9,42 e a cota de mercado passou de R$ 8,51 para R$ 8,37. O número de cotistas diminuiu de 20.499 para 20.331. A alocação da carteira recuou de 91% para 88%.
A distribuição de rendimentos se manteve em R$ 0,097 por cota, com dividend yield anualizado de 14,8% sobre o preço de mercado. As receitas totais do mês chegaram a R$ 2,4 milhões, com as receitas de CRI representando R$ 1,97 milhão. Houve amortização extraordinária dos CRIs You Inc, CashMe, Convisa, OAD, MRV e Franco Ribeiro.
Na carteira de CRIs, a exposição caiu de 76% para 73% do patrimônio. O fundo alocou R$ 0,7 milhão no CRI Tríplice, a CDI + 4,9%, destinado ao término de obras em Goiânia. Em abril, haviam sido feitas alocações maiores, de R$ 1,5 milhão no CRI Bioma Apinajés e R$ 2,0 milhões adicionais no CRI BLVD. Alti.
O volume médio diário de negociação no mercado secundário recuou para R$ 411 mil em maio, contra R$ 539 mil em abril, com o giro de cotas caindo de 6,59% para 4,90%. No acumulado de 2026, o volume médio diário ficou em R$ 570 mil.
A carteira de FIIs registrou dividend yield anualizado de 12,8%, acima dos 12,3% de abril. O valor investido em FIIs passou de R$ 25,6 milhões para R$ 25,3 milhões. Na carteira de ações, houve desvalorização de 14,1% no mês, enquanto o IMOB caiu 3,7%.
O duration médio da carteira de CRIs ficou em 1,66 anos em maio, contra 1,61 anos em abril. A composição por indexador se alterou ligeiramente, com 54% IPCA e 46% CDI, frente a 45% IPCA e 55% CDI no mês anterior.