No mês de junho de 2026, o SPXS11 distribuiu R$ 0,098 por cota, ligeiramente acima dos R$ 0,097 pagos em maio. O dividend yield anualizado de mercado subiu para 14,4% a.a., contra 14,8% no mês anterior. O número de cotistas recuou de 20.331 para 20.264, enquanto o patrimônio líquido caiu de R$ 190,1 milhões para R$ 189,3 milhões.
A cota patrimonial declinou de R$ 9,42 para R$ 9,38 e a cota de mercado passou de R$ 8,37 para R$ 8,15. A alocação em CRIs reduziu-se de 73% para 72% do patrimônio, com aumento da participação do caixa de 12% para 13%. A carteira de ações representou 2% e a de FIIs manteve-se em 13%.
Durante junho, o fundo alocou R$ 0,9 milhão no CRI Tríplice a CDI + 4,9%, para término de obra do Ecohouse em Goiânia. Houve amortizações extraordinárias nos CRIs You Inc, CashMe, Convisa, OAD, MRV e Franco Ribeiro. A duration média da carteira de CRIs diminuiu de 1,66 para 1,58 anos, com spreads médios mantidos em CDI + 4,5% e IPCA + 10,0%.
No segmento de ações, a carteira do SPXS11 desvalorizou 9,5% no mês, enquanto o IMOB valorizou 1,8%. Os FIIs apresentaram queda de 1,1%, em linha com o IFIX. O volume médio diário de negociação no mercado secundário foi de R$ 299 mil em junho, abaixo dos R$ 411 mil registrados em maio, resultando em giro de cotas de 4,36% no mês.
O relatório destaca a reescalada do conflito no Oriente Médio após avanço inicial de cessar-fogo, pressão inflacionária no Brasil e sinalização de postura mais hawkish pelo Fed. A alocação total do fundo encerrou junho em 87%, contra 88% em maio.