SPXS11

SPX REAL ESTATE MULTIESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/01/2026

Entrega

18/02/2026 18:17

Resumo

No relatório gerencial de janeiro de 2026 do SPXS11, a distribuição de rendimentos caiu para R$ 0,092 por cota, comparado a R$ 0,104 em dezembro de 2025, resultando em DY de 12,9% a.a. contra 14,2% no mês anterior. O gestor destaca que isso ocorre pelo pagamento de taxa de performance em janeiro, fevereiro e abril de 2026, devido à superação das metas de rentabilidade, impactando temporariamente o caixa para dividendos.

O fundo alocou R$ 4 milhões adicionais no CRI Zarin (CDI + 5,5%, lastreado em obras residenciais em SP), elevando sua fatia para 7,3% do PL, e R$ 1,2 milhão extra no CRI BLVD. Alti (CDI + 4,0%, obras residenciais em SP), para 2,1% do PL. A alocação total subiu para 88%, ante 85% em dezembro.

Composição da carteira mudou: CRIs para 72% dos ativos (de 69%), FIIs estável em 13%, caixa caiu para 12% (de 15%) e ações para 2% (de 3%). No mês, houve amortizações extraordinárias nos CRIs Helbor, You Inc, CashMe, MRV e Franco Ribeiro, contribuindo para rendimentos de CRIs em R$ 1,735 milhão (contra R$ 1,600 milhão em dezembro).

Patrimônio líquido cresceu para R$ 192,2 milhões (de R$ 191,7 milhões), cota patrimonial para R$ 9,52 (de R$ 9,49) e cotistas para 20.090 (de 19.961). Cota de mercado recuou para R$ 9,05 (de R$ 9,32). Liquidez disparou para R$ 15,9 milhões (volume médio diário R$ 758 mil), ante R$ 8,5 milhões em dezembro.

Carteira de ações valorizou 3,8% no mês (IMOB caiu 12,2%), enquanto FIIs subiram 1,5% (IFIX +2,3%), com DY anualizado de 13,6% na carteira de FIIs (ante 13,3%). O gestor nota melhora na inflação brasileira, corte de juros pelo Copom em março e fluxo estrangeiro na bolsa; nos EUA, expectativa de cortes adicionais pelo Fed.