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SNID11 Cotação: R$ 10,03 Alta de 1,83%

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SNID11

FI-Infra

SUNO INFRA DEBÊNTURES FIC. FDO. INC. IE. RF

Cotação: R$ 10,03

Alta de 1,83%

R$ por cota · 03/11/2026 13:49 · B3

DY 12m
14,56%
P/VP
1,06

Relatório gerencial · Setembro/2026

Referência 27/10/2026 · entregue 28/10/2026 17:33

Em uma linha

Resultado negativo de R$ 0,063 por cota, pressionado por marcação a mercado de R$ -0,18; distribuição mantida em R$ 0,11

Resumo

O relatório gerencial de setembro de 2026 do SNID11 informa que o fundo distribuiu R$ 0,11 por cota, terceiro mês consecutivo nesse patamar, com dividend yield anualizado de 12,7% sobre a cota de mercado e DY de 12 meses de 13,4%. O patrimônio líquido era de R$ 69,69 milhões, a cota patrimonial de R$ 9,67 e a cota de mercado de R$ 10,12, equivalente a P/VP de 1,05x. A carteira tinha 49 ativos de 39 emissores, rating ponderado AA-, duration média de 4,4 anos e carrego de CDI + 2,14%, com 88,5% em debêntures incentivadas, 8,3% em debêntures normais e 3,2% em caixa; cerca de 90% dos ativos tinham rating A- ou superior.

O mês foi marcado por abertura dos spreads de crédito de infraestrutura, com a mediana atingindo cerca de 29 bps, o maior nível desde outubro de 2024, e por resgates líquidos no segmento após o efeito técnico do vencimento de NTN-B. Esse movimento pressionou a marcação a mercado da carteira e a cota patrimonial do SNID11. O resultado por cota foi negativo em R$ 0,063, influenciado por marcação a mercado de R$ -0,18 por cota, embora o carrego líquido tenha sido de R$ 0,114 por cota, ou 114,3% do CDI. A distribuição foi mantida em R$ 0,11 por cota, dentro do guidance, com a gestão citando Selic em 13,75% e uso de derivativos de cupom de juro real (DAPs) para reduzir a exposição às oscilações dos títulos públicos indexados à inflação.

Nas movimentações, o SNID11 reduziu parcialmente a posição em HARG11, vendendo cerca de R$ 1,0 milhão, sem compras relevantes no período. O relatório destaca notícias positivas de crédito, como a elevação do rating da Brava Energia para AA+, a elevação da Casan com perspectiva positiva e o refinanciamento de cerca de R$ 3,2 bilhões pela Giga Mais. A gestão afirmou manter acompanhamento próximo dos nomes de maior risco relativo da carteira, Braskem, Pão de Açúcar e CSN, que somavam cerca de 2,5% do patrimônio líquido.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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