No relatório gerencial de fevereiro/2026 do SNAG11, a distribuição de rendimentos foi de R$ 0,15 por cota, acima do lucro do mês de R$ 0,095 por cota, seguindo a estratégia do mês anterior para reduzir reservas, que caíram para R$ 0,12 por cota após o pagamento. Em comparação com janeiro/2026, a distribuição recuou de R$ 0,20 por cota, enquanto a receita distribuível caiu de R$ 9,38 milhões para R$ 6,24 milhões, com resultado final de R$ 5,77 milhões ante R$ 8,85 milhões.
O número de cotistas subiu para 123.543, superando os 120.451 de janeiro, marcando um novo recorde. O patrimônio líquido ajustou para R$ 622,59 milhões, de R$ 626,23 milhões no mês anterior, com cota patrimonial em R$ 10,25 ante R$ 10,31 e cota de fechamento em R$ 11,00 contra R$ 11,09, resultando em P/VP de 1,07 frente a 1,08.
A 5ª emissão de cotas prossegue com preço de subscrição de R$ 10,50, visando diversificar a carteira em segmentos tecnológicos do agro para ganhos de produtividade; a gestão ampliou a equipe de análise para melhor originação. O caixa no fechamento é de R$ 11,64 milhões (1,87% do PL), similar aos R$ 11,54 milhões (1,84%) de janeiro.
Na carteira, o CRA pulverizado Boa Safra encolheu para R$ 311 milhões (49,96% do PL) de R$ 316 milhões (50,50%), enquanto CRA Cultura manteve R$ 51 milhões (8,22%) e Ruiz Coffees R$ 49 milhões (7,89%). Yield médio All In dos CRAs é 17,41% (de 17,69%), com remuneração CDI + 2,18% (de CDI + 2,41%), duration média 4,84 anos e 265 devedores. Inadimplência segue zero. Exposições por setor e cadeia (soja 62,5%, revendas 61,5%) e rating (A2 70,6%) permanecem estáveis.
A carta do gestor destaca performance de 2025 com retorno total de 42,51% (CDI + 24,67%) e discute alta nos fertilizantes por conflito no Oriente Médio, pressionando custos (35% na soja/milho), mas sem impactos relevantes na carteira atual, pois insumos da safra foram contratados antes; menciona potencial de biofertilizantes e amônia verde. O dividend yield anualizado é 17,65%, com caixa e imóveis mantendo cap rate de 9,4% + IPCA.