O SNAG11 é um fundo de investimento nas cadeias produtivas agroindustriais constituído como condomínio fechado com prazo de duração indeterminado e classe única de cotas, regido pela Resolução CVM 175. Ele é administrado pela QI Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. e gerido pela Suno Gestora de Recursos Ltda., com as cotas destinadas a investidores em geral e negociadas na B3. A responsabilidade dos cotistas fica limitada ao valor das cotas subscritas, sem obrigação de aportes adicionais além disso, e o regulamento inclui regras detalhadas sobre serviços como custódia, auditoria e distribuição, além de vedações para evitar conflitos e operações não permitidas.
A política de investimentos prioriza ativos da cadeia agroindustrial, como certificados de recebíveis do agronegócio, certificados imobiliários rurais, direitos sobre imóveis rurais, participações em sociedades do setor, debêntures e letras de crédito do agronegócio, com até 50% do patrimônio em ativos de liquidez como títulos do tesouro e operações compromissadas. Há limites de concentração, como 50% em participações ou debêntures, e o fundo deve manter entre 50% e 100% em ativos-alvo, podendo realizar novas emissões até o capital autorizado de R$ 10 bilhões com direito de preferência. Os rendimentos podem ser distribuídos mensalmente com base no lucro contábil, e há previsão de taxa global de 1,14% ao ano sobre o valor de mercado ou patrimônio líquido, com mínimo mensal de R$ 10 mil.
O documento também trata de regras de governança, incluindo assembleias gerais para decisões como substituição de prestadores de serviços, alteração do regulamento e liquidação, com quóruns específicos e vedações a votos em casos de conflito de interesses. Informações periódicas como informes mensais e demonstrações contábeis são divulgadas pela administradora, e o fundo prevê mecanismos para amortização ou liquidação em caso de patrimônio negativo. Os riscos principais envolvem liquidez baixa dos ativos, oscilações de mercado, crédito dos emissores, alterações tributárias que podem eliminar isenções para pessoas físicas e fatores macroeconômicos ou operacionais que afetem o desempenho.