No relatório de junho de 2026 do SNAG11, o patrimônio líquido chegou a R$ 911 milhões, contra R$ 907 milhões em maio. O dividend yield anualizado subiu de 14,6% para 15,3%, com a distribuição mantida em R$ 0,12 por cota. O número de cotistas avançou de 132.188 para 136.743. A cota de mercado recuou de R$ 10,48 para R$ 10,05, alterando o P/VP de 1,03 para 0,99. O caixa aumentou para R$ 65,98 milhões, ou 7,25% do PL.
A carteira passou de 11 para 13 ativos, com a entrada de CRA Mapeva e FIDC Big Trade. A remuneração da carteira continuou em CDI + 2,55%, o duration médio em 4,84 anos e a inadimplência em 0%. Os resultados operacionais de junho superaram a distribuição, elevando a reserva para R$ 0,094 por cota, enquanto em maio houve redução da reserva.
Na carta do gestor, o foco mudou do tema El Niño para o déficit de armazenagem de grãos no Brasil, com menção à aquisição do PLAG11 como oportunidade ligada a esse gargalo logístico. Os principais setores da carteira e a diversificação por devedores permaneceram estáveis entre os dois meses.