No relatório de julho de 2026 do SNAG11, a distribuição permaneceu em R$ 0,12 por cota, o mesmo valor de junho. O dividend yield anualizado subiu de 15,3% para 15,6%, enquanto o patrimônio líquido passou de R$ 910,56 milhões para R$ 911,45 milhões. O número de cotistas aumentou de 136.743 para 138.652. A cota de mercado caiu de R$ 10,05 para R$ 9,87, fazendo o P/VP recuar de 0,99x para 0,97x. O caixa como proporção do PL diminuiu de 7,25% para 6,62%.
A remuneração da carteira avançou de CDI + 2,55% para CDI + 2,66%, e o yield all-in subiu de 17,07% para 17,18%. A inadimplência continuou em 0%, com 13 ativos e 264 devedores mantidos. A composição por tipo de ativo mostrou pequenas variações, como o IRRIGABRFIAGRO passando de 22,15% para 22,72% do PL e o CRA Boa Safra de 34,03% para 33,90%.
Na carta do gestor de julho, o foco mudou do tema de armazenagem de grãos, tratado em junho, para a cadeia de proteína bovina. Foram apresentados dados sobre a redução do rebanho mundial, com estimativa de 902,1 milhões de cabeças em 2026, e a posição do Brasil como principal exportador, com saldo de 4,225 mil toneladas. O guidance de distribuição para agosto a outubro de 2026 foi divulgado entre R$ 0,115 e R$ 0,125 por cota.
O resultado líquido de julho foi de R$ 11,54 milhões, ou R$ 0,129 por cota, contra R$ 16,44 milhões em junho. A reserva pós-distribuição subiu para R$ 0,103 por cota, após aumento de R$ 0,80 milhão no mês.