As demonstrações financeiras do SNAG11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela KPMG com opinião sem ressalvas, mostram um ativo total de R$ 632,4 milhões, com patrimônio líquido de R$ 623,7 milhões, ante R$ 622,7 milhões em 2024. A carteira é composta majoritariamente por títulos privados de renda fixa, representando 88,8% do PL, sendo CRAs em 80,6%, CRIs em 2,9% e cotas de fundos imobiliários em 5,4%, além de propriedades para investimento em 8,8%, como terrenos rurais para renda no Mato Grosso. O caixa subiu para R$ 23,2 milhões.
O resultado líquido do exercício foi de R$ 86,7 milhões, contra R$ 75,9 milhões em 2024, impulsionado por receitas de CRAs em R$ 75,8 milhões, CRIs em R$ 1,4 milhão, cotas de fundos e aluguéis de R$ 4,8 milhões, menos despesas de R$ 6,4 milhões, com lucro por cota de R$ 1,43. O fundo gerou fluxo de caixa operacional positivo de R$ 103,2 milhões, com caixa líquido crescendo R$ 19,5 milhões.
O SNAG11, agora Fiagro de responsabilidade limitada, distribuiu R$ 83,9 milhões em rendimentos em 2025, com R$ 7,9 milhões a pagar, e valor da cota em R$ 10,27. As notas destacam mensuração ao valor justo de ativos, riscos como crédito e liquidez, e adequação às normas CVM 175, sem eventos subsequentes relevantes até março de 2026.