Em abril de 2026, o RZAK11 registrou alocação bruta de 94,4% do patrimônio líquido, sem nenhuma alavancagem via compromissadas reversas, diferentemente do mês anterior, quando a alocação bruta alcançou 100,49% com presença de alavancagem. O patrimônio líquido subiu para R$ 780.467.006,91, com cota patrimonial em R$ 88,61, enquanto o número de cotistas passou de 45.103 para 44.946.
O destaque do mês foi o vencimento antecipado e o pré-pagamento total do CRI Evolua, com o valor recebido sendo destinado a novas operações ainda no semestre. A cota de mercado fechou em R$ 84,81, com P/VP em 0,95, e a liquidez média diária manteve-se em R$ 1,7 milhão. O dividend yield mensal atingiu 1,29% e o anualizado 16,63%, com rendimento distribuído de R$ 1,10 por cota.
A composição da carteira mostrou ajustes: a parcela indexada ao IPCA caiu de 48,32% para 41,79%, com taxa média de 9,23%, enquanto a parcela CDI subiu para 33,08%, com taxa média de 3,69%. Os CRIs continuaram representando 77% da carteira e os FIIs 23%. As metas de alocação para 2026 foram mantidas, com Real Estate em 44,98% e Securitização em 23,68% do PL.
Nos resultados, o rendimento por cota em abril foi de 0,92, abaixo dos 1,42 de março, mas o rendimento distribuído permaneceu em R$ 1,10. O gestor manteve o guidance de R$ 1,00 a R$ 1,10 para os próximos três meses. A visão do gestor destaca o carrego dos ativos IPCA acima da média recente e oscilações nos preços das commodities, com impacto positivo da abertura da curva de juros.