No mês de junho de 2026 o RZAK11 registrou cota patrimonial de R$ 87,88 e patrimônio líquido de R$ 774.012.163,39, valores inferiores aos R$ 88,29 e R$ 777.616.578,93 observados em maio. O número de cotistas caiu de 44.455 para 44.062, enquanto a quantidade de cotas permaneceu em 8.807.885. A cota de mercado encerrou em R$ 80,34, elevando o desconto em relação ao valor patrimonial para 0,91.
O rendimento distribuído em julho referente a junho foi de R$ 1,05 por cota, mantendo-se dentro da banda de R$ 1,00 a R$ 1,10 comunicada pelo gestor. O resultado do fundo atingiu R$ 10.095.083 no mês, acima dos R$ 9.555.160 de maio, com destaque para o aumento nas receitas de FII e de CRI. Pela primeira vez no ano apareceu taxa de performance de R$ 2.338.146, não registrada no relatório anterior.
A alocação bruta do portfólio recuou para 95,25% do patrimônio líquido, contra 96,04% em maio. Entre os núcleos, Infrastructure subiu para 21,19% e Securitização e carteiras caiu para 28,32%, enquanto Allocation e Direct Lending também apresentaram reduções marginais. Por indexador, a parcela em CDI diminuiu de 35,76% para 30,08% e a parcela em IPCA avançou de 42,89% para 43,02%.
O relatório destaca a liquidação integral, antes do vencimento, do CRI MRV código 25D1625364 e do CRI Splice código 21G0063304, que apresentou atraso pontual mas quitou juros e principal integralmente. Não houve entrada de novos ativos na carteira durante junho. O gestor informou que novas operações em fase de estruturação devem ser incorporadas até o final do mês seguinte.
O carrego médio dos ativos indexados ao IPCA foi de 9,59% no mês, superior à meta, apesar da variação mensal do índice ter desacelerado para 0,16%. A Selic permaneceu em 14,25% e o guidance de distribuição para os próximos três meses foi mantido sem alterações.