No relatório de janeiro 2026 do RZAK11, referente ao mês de dezembro 2025, o fundo distribuiu R$ 1,10 por cota no dia 15 de janeiro, dentro do guidance anterior, mas usando reservas devido à postergação na liquidação do CRI Allegra e menor receita de FIIs, com resultado por cota de R$ 0,68 contra R$ 1,29 em dezembro 2025. As receitas totais caíram para R$ 6,9 milhões ante R$ 13,9 milhões no mês anterior, puxadas por receita de FIIs em R$ 1,1 milhão (vs R$ 2,5 milhões) e receita financeira negativa em R$ 1,3 milhão (vs positiva R$ 4,3 milhões), enquanto receitas de CRIs ficaram estáveis em R$ 7,2 milhões.
O principal evento foi a liquidação integral do CRI Allegra (código 22D0378281) em 12 de fevereiro 2026, após nova emissão da emissora, encerrando uma posição de R$ 48,6 milhões (5,85% do PL), com prêmio adicional a ser pago em duas parcelas ao longo do ano; isso gerou ganho de capital reconhecido em caixa e explica o atraso pontual mencionado. O guidance de rendimentos foi ajustado para R$ 1,00 a R$ 1,10 nos próximos três meses, ante R$ 1,00 a R$ 1,20 no relatório anterior.
A cota patrimonial fechou em R$ 88,19 (PL de R$ 777 milhões), queda ante R$ 88,70 (R$ 781 milhões) em dezembro 2025, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 86,08 (P/VP de 0,98 vs 0,93), com liquidez diária média de R$ 1,7 milhão (vs R$ 1,8 milhão) e cotistas em 45.181 (vs 45.037).
Na carteira, a alocação bruta caiu para 106,99% do PL (R$ 831 milhões vs R$ 842 milhões), com novos alvos para 2026: Real Estate em 40% (era 32,5%), Securitização em 35% (20%), Direct Lending em 10% (25%), Agronegócio e Allocation em 5% cada (ante 2,5%), total alvo 115% (vs 105%). Por indexador, IPCA+ subiu para 48,9% (vs 44,2%), CDI+ para 35,2% (34,7%), INCC-DI+ para 13,4% (12,3%), com duração média de IPCA+ em 3,43 anos (vs 3,20). O CRI Allegra saiu da lista de ativos, e todos os demais ativos permanecem em dia, exceto CRIs Starbucks em recuperação.
A gestora manteve a estrutura de hedge para troca de indexação, destacou IPCA de 0,33% em janeiro e sinalização de corte de SELIC de 15% a.a., com fluxos de caixa esperados reequilibrados para fevereiro e contribuições condizentes ao carrego, exceto Starbucks.