No mês de abril o RINV11 registrou retorno de +1,4%, contra +1,5% do IFIX, elevando o acumulado desde o início para +54,1% frente a +33,9% do índice. Em março o retorno havia sido de -0,9%, enquanto o IFIX caiu -1,1%. O resultado por cota subiu de R$1,07 em março para R$1,19 em abril, com distribuição mantida em R$1,10 por cota e reserva acumulada passando de R$1,40 para R$1,49 por cota. O patrimônio líquido avançou de R$423,4 milhões para R$424,9 milhões.
O destaque do período foi a liquidação da 6ª oferta de cotas em 8 de maio, com R$42 milhões subscritos via direito de preferência, valor integralmente alocado em ativos. No mês anterior havia sido anunciado o lançamento da oferta de até R$150 milhões, com datas de preferência previstas entre abril e maio.
A alocação em cotas de FIIs aumentou de 77% para 79% do PL, com a subcarteira de recebíveis imobiliários subindo de 55,8% para 57,1%. A carteira de CRIs permaneceu em 12% do PL, mas o número de operações subiu de 13 para 14. A classe de ações ficou estável em 8% do PL. O portfólio de FIIs negociava a 0,87x o valor patrimonial com dividend yield de 13,9% nos últimos 12 meses, ante 0,86x e 14,6% em março.
Entre os eventos pontuais, na carteira de ações o relatório de abril mencionou anúncios de dividendos de 3% do valor de mercado pela Melnick (MELK3) e de cerca de 1% pela Log Commercial Properties (LOGG3) em junho. Em março, o movimento relevante havia sido o aumento da posição em MRVE3 após queda da ação.
Nas operações de CRI, os relatórios não registraram alterações relevantes em abril nas 14 posições existentes, enquanto em março foram destacados os eventos de habite-se das torres do CRI Franco Ribeiro e do CRI Pinheiro de Sá, que devem acelerar amortizações futuras. A remuneração média da carteira de CRIs manteve-se em IPCA + 11,6% a.a. e CDI + 2,2% a.a. em ambos os meses.