RINV11

REAL INVESTOR FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

29/05/2026

Entrega

17/06/2026 19:10

Resumo

No mês de maio de 2026 o RINV11 registrou retorno patrimonial de -0,6%, enquanto o IFIX recuou -1,3%. Em abril o retorno havia sido de +1,4% contra +1,5% do índice. Desde o início do fundo o retorno acumulado do RINV11 chegou a +53,4%, contra +32,1% do IFIX, percentuais próximos aos observados em abril (+54,1% e +33,9%, respectivamente).

O resultado operacional em maio foi de R$1,12 por cota e a distribuição permaneceu em R$1,10 por cota, gerando dividend yield de 1,0% sobre a cota patrimonial de R$106,39. Em abril o resultado fora de R$1,19 por cota com a mesma distribuição. A reserva acumulada por cota subiu de R$1,49 em abril para R$1,51 em maio.

A sexta oferta de cotas foi concluída em maio com captação de aproximadamente R$118 milhões, elevando o patrimônio líquido do RINV11 para acima de R$535 milhões e o número de cotas de 3.927.060 para 5.031.676. Em abril o patrimônio era de R$424,8 milhões. Com a entrada dos recursos a composição da carteira mudou: a participação em cotas de FIIs caiu de 79% em abril para 72% em maio, enquanto a fatia de ações do setor imobiliário subiu de 8% para cerca de 10% e o caixa aumentou de 1% para 9%.

Na carteira de recebíveis a participação recuou de 12% para 11% do patrimônio, mantendo-se em 16 operações com remuneração média de IPCA + 11,5% ao ano e CDI + 2,1% ao ano, contra IPCA + 11,6% e CDI + 2,2% em abril. Foram iniciadas posições no CRI Trisul (Out/22) e no CRI Grupo Mateus, que representaram 0,8% e 0,7% do patrimônio líquido ao final de maio. O prazo médio das operações caiu de 2,4 anos para 2,2 anos.

Entre os FIIs a carteira passou a negociar em média a 0,84 vez o valor patrimonial em maio, contra 0,87 vez em abril, com dividend yield de 14,0% anualizado em ambos os meses. A posição em RBRX11 foi encerrada em maio após entrega de 17,7% ao ano de TIR desde maio de 2024, superior aos 9,3% do IFIX no mesmo período. A maior posição individual, IRIM11, valorizou 6,0% no mês.

A carteira de ações impactou negativamente o resultado em -0,6% em maio, contra -0,4% em abril. A Log Commercial Properties avançou 3,6% no mês e foi a única ação com desempenho positivo. O portfólio consolidado em maio mostrou 51,8% em FIIs de recebíveis imobiliários, 16,0% em hedge funds, 3,9% em lajes comerciais, 11% em CRIs e 9% em caixa, números que diferem da divisão de abril (57,1% em FIIs de recebíveis, 18,9% em hedge funds, 12% em CRIs e 8% em ações).