No mês de junho de 2026 o RINV11 apresentou retorno patrimonial de -0,9%, contra -1,2% do IFIX, mantendo desempenho relativo melhor que o índice, assim como observado em maio quando o fundo registrou -0,6% e o IFIX caiu -1,3%. Desde o início, em novembro de 2022, o acumulado do RINV11 chegou a +52,5%, ante +30,5% do IFIX, ligeiramente abaixo do +53,4% registrado até maio.
O caixa do fundo foi reduzido de 9% para 4,2% do patrimônio líquido com a alocação dos recursos captados na sexta oferta de cotas, levando a exposição em cotas de FIIs a 75%, contra 72% em maio, com recebíveis imobiliários em 53,3%, hedge funds em 17,3% e lajes comerciais em 4,1%. A carteira de FIIs negociou em média a 0,83 vezes o valor patrimonial, abaixo dos 0,84 vezes de maio, com dividend yield de 14,3% ao ano considerando os últimos doze meses.
Na classe de recebíveis, que permaneceu em 11% do patrimônio, foram realizadas aquisições adicionais de R$2,6 milhões no CRI Grupo Mateus a IPCA + 11,2%, elevando a posição para 1,1% do PL, além de aumento marginal no CRI Trisul de agosto de 2024 e nova tranche do CRI Uniq, com obras em 71% de conclusão. A remuneração média da carteira ficou em IPCA + 11,5% e CDI + 2,1%, com duration de 2,1 anos.
A classe de ações ficou em cerca de 10% do patrimônio e contribuiu positivamente no mês, diferentemente de maio quando foi detratora em -0,6%, com destaque para valorização de 12,9% da Log Commercial Properties, embora parte da posição tenha sido reduzida após o ganho. O resultado por cota em junho foi de R$1,15, com distribuição de R$1,40 por cota para cumprir 95% do resultado do semestre, acima dos R$1,10 distribuídos em maio, resultando em reserva acumulada de R$0,93 por cota contra R$1,51 no mês anterior. O patrimônio líquido fechou em R$525 milhões com 5.031.676 cotas emitidas.