No relatório de janeiro de 2026 do RINV11, o fundo registrou retorno de 4,5% no mês, superando o IFIX em 2,3 pontos percentuais, com acumulado desde o início em 53,0% contra 31,6% do índice. Comparado a dezembro de 2025, quando o retorno foi de 5,7% versus 3,1% do IFIX, o desempenho mensal desacelerou ligeiramente, mas manteve a tendência de outperform.
A distribuição foi de R$1,10 por cota, equivalente a dividend yield de 1,0% sobre a cota patrimonial de R$110,37, inferior aos R$1,35 do mês anterior devido ao fim da obrigatoriedade semestral de 95% dos lucros. A reserva acumulada por cota subiu para R$0,93, ante R$0,84 em dezembro, com resultado gerado de R$1,19 por cota.
A carteira de FIIs, em 76% do patrimônio líquido, liderou com contribuição de +3,7%, impulsionada por fundos de recebíveis que subiram de 50% para 53,3% da alocação total, negociando agora a 0,88x P/VPA em média, contra cerca de 0,75x há um ano, refletindo compressão gradual de descontos. Hedge funds foram para 18,7% e lajes comerciais caíram para 5,8%. Ações subiram para 8% do PL, com alta média de 8% no mês e +0,7% de contribuição, mantendo incorporação em 3,6%, shoppings em 2,3% e propriedades em 1,7%. CRIs encolheram para 10%, com estabilidade e +0,1% de retorno, sem novas integralizações; LTVs variaram, como Uniq para 40% e Franco Ribeiro para 67%. Caixa caiu para 4,3% em fundos de renda fixa. Patrimônio líquido totalizou R$433 milhões, ante R$419 milhões em dezembro.
Receitas de FIIs atingiram R$4,05 milhões, ações R$0,35 milhão e CRIs R$0,46 milhão, com total de R$5,07 milhões, após despesas de R$0,40 milhão. O gestor reforça visão construtiva em FIIs de recebíveis pela expectativa de benefício com queda de juros, spreads elevados e descontos residuais, sem mudanças na estratégia de alocação ativa e diversificada.